A canção estrangeiro

Letra. Cuando un alma cariñosa visita un pasado. Que perdió hace tiempo. Sabe que mucho ha cambiado. Teme enfrentar el silencio. Saca a bailar a sus fantasmas, al son del mar. [«Canção» é o fragmento de abertura de Anabase de St.-John Perse (1887-1975). Foi publicado pela primeira vez em 1924. Terá sido aí que Alexis Leger assumiu o pseudónimo de St.-John Perse, que o irá acompanhar até ao fim. Após a publicação deste poema, Perse deixará de publicar durante vinte anos. A marca indelével de Anabase pode… Morre Georges Moustaki, o 'estrangeiro' da canção francesa Publicado em: 23/05/2013 - 15:04 O cantor e compositor francês Georges Moustaki morreu nesta quinta-feira, 23 de maio de 2013, aos 79 ... “Estrangeiro traz a experiência de estranheza e pertencimento de sua protagonista, num ir e vir da memória que encarna no que se vê o que se sente na banda imagética e sonora do filme, pela chuva que cai, pelos encontros, pelo tom do que se diz muito mais do que pelo que se fala. Resolva a questão: Leia trecho da canção de Caetano Veloso para responder à questão.LIVROSTropeçavas nos astros desastrada Quase não tínhamos livros em casa E a cidade não tinha livrariaMas os livros que em nossa vida entraram São como a radiação de um corpo negro Apontando pra expa... Baixar Filme: O Estrangeiro Torrent – Nunca provoque demais um bom homem. Título original: The Foreigner Direção: Martin Campbell Gênero: Ação, Suspense 7.0 65% 55/100. Lançamento: 2017 Duração: 113 min. Qualidade de Áudio: 10 Qualidade de Vídeo: 10 Prêmios: 1 nomination. Produção: Sparkle Roll Media, STX Entertainment, TMP, Wanda Pictures Sinopse: Quan (Jackie Chan) é dono de ... Somos estrangeiros Cansados de andar Procurando abrigo A terra, o lar. Que possamos ouvir Tua voz ecoando nos corações Lança ao pó nossa glória Faz o Teu trono em nossa canção. Somos o Teu povo Santa nação Sacerdócio eterno E pó desse chão. Que possamos ouvir Tua voz ecoando Nos corações Lança ao pó nossa glória Faz o Teu trono em nossa canção ... Rosa de Saron - Estrangeiro (Letra e música para ouvir) - Todos são tão iguais / Mesmo caminho pra seguir / Todos são tão normais / Que eu não sei mais pra onde ir / Sou um estranho aqui / Nada parece se língua estrangeira: a canção. De facto, o uso deste material é muitas vezes considerado como algo somente lúdico e não didático, pelo que o seu uso tem sido subvalorizado. No entanto, uma canção pode funcionar como um meio de acesso a uma língua e cultura de um país.

Clube do Livro 2020!

2020.01.20 05:16 DomLeonid Clube do Livro 2020!

Clube do Livro 2020!
Participe! :)
  1. Janeiro: A morte de Ivan Ilitch, de Lev Tolstói
  2. Fevereiro: O retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde
  3. Março: O grande Gatsby, de F. Scott Fitzgerald
  4. Abril: Bonequinha de luxo, de Truman Capote
  5. Maio: O médico e o monstro, de Robert Louis Stevenson
  6. Junho: Morte em Veneza, de Thomas Mann
  7. Julho: A obscena senhora, de Hilda Hilst
  8. Agosto: A máquina do tempo, de H. G. Wells
  9. Setembro: O estrangeiro, de Albert Camus
  10. Outubro: Mrs. Dalloway, de Virgínia Woolf
  11. Novembro: E não sobrou nenhum, de Agatha Christie
  12. Dezembro: Uma Canção de Natal, de Charles Dickens
    https://domleon.com.blista-do-clube-de-leitura-2020-do-blog-dom-leon/

https://preview.redd.it/qbt0ok3h0vb41.jpg?width=1200&format=pjpg&auto=webp&s=d3eb8bf0e525170e3292611eb113da47064b24de
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2020.01.14 09:22 altovaliriano Linguista de Game of Thrones detalha trabalho na prequel cancelada (Bloodmoon / The Long Night)

TheDragonDemands fez uma resenha sobre a entrevista em que David J. Peterson revelou ao podcast Game of Owns detalhes sobre a prequel cancelada (Bloodmoon / The Long Night). Abaixo, segue uma tradução que fiz da resenha.
Para quem preferir ver a resenha em formato de vídeo, TheDragonDemands lançou um vídeo sobre o assunto em seu canal no youtube. O vídeo está em inglês (sem legendas), mas as informações prestadas são as mesmas fornecidas abaixo, somente temperadas pelos comentários de praxe do youtuber.
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Texto Original: https://asoiaf.westeros.org/index.php?/topic/155879-long-night-pilot-dead-at-hbo/&tab=comments#comment-8465705
Autor: The Dragon Demands

O linguista David J. Peterson deu uma interessante entrevista em novembro (que acabei de encontrar) explicando seu trabalho no prequel da Longa Noite: https://www.youtube.com/watch?v=llwYVV92g7k
Esta é a nossa primeira evidência verdadeiramente confirmada de como a série era - embora o próprio Peterson tenha enfatizado que ele nunca viu o roteiro completo, não sabia como era toda a história e só sabia o que podia adivinhar nas poucas linhas que eles queria que ele traduzisse. Em decorrência do sigilo, eles nunca o enviaram mais do que isso.
Informações que ele forneceu sobre outros projetos anteriores:
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2020.01.11 13:56 DomLeonid Grupo de Leitura 2020

E aÊ! :)
da lista apresentada de 25 livros, estamos escolhendo 12 para o nosso clube de leitura 2020, anima? Participe!
  1. Antígona , de Sófocles
  2. Apologia de Sócrates, de Platão
  3. As Intermitências da Morte, José Saramago
  4. A Arte da Guerra, de Sun Tzu
  5. A Máquina do Tempo, de H. G. Wells
  6. A metamorfose, de Franz Kafka
  7. A morte de Ivan Ilitch, de Lev Tolstói
  8. A morte e a morte de Quincas Berro d’Água – Jorge Amado
  9. A Obscena Senhora D, de Hilda Hilst
  10. A Volta ao Mundo em 80 Dias, de Júlio Verne
  11. Bonequinha de Luxo, de Truman Capote
  12. Buracos Negros, de Stephen Hawking
13.Crônica de uma morte anunciada, de Gabriel García Márquez
  1. E não sobrou nenhum, de Agatha Christie
  2. Fahrenheit 451 , Ray Bradbury
  3. Meditações, de Marco Aurélio
  4. Morte em Veneza, de Thomas Mann
  5. Mrs. Dalloway, Virginia Woolf
  6. O Estrangeiro, de Albert Camus
  7. O Grande Gatsby, de F. Scott Fitzgerald
  8. O Guia do Mochileiro das Galáxias, Douglas Adams
  9. O Médico e o Monstro, de Robert Louis Stevenson
  10. O Príncipe, de Nicolo Maquiavel
  11. O Retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde
  12. Uma Canção de Natal, de Charles Dickens
    https://domleon.com.blista-do-clube-de-leitura/
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2020.01.11 13:54 DomLeonid Lista do Clube de Leitura! – Dom Leon #Autofagia

E aÊ! :) estamos escolhendo 12 livros para o nosso clube de leitura 2020, anima? Participe!
  1. Antígona , de Sófocles
  2. Apologia de Sócrates, de Platão
  3. As Intermitências da Morte, José Saramago
  4. A Arte da Guerra, de Sun Tzu
  5. A Máquina do Tempo, de H. G. Wells
  6. A metamorfose, de Franz Kafka
  7. A morte de Ivan Ilitch, de Lev Tolstói
  8. A morte e a morte de Quincas Berro d’Água – Jorge Amado
  9. A Obscena Senhora D, de Hilda Hilst
  10. A Volta ao Mundo em 80 Dias, de Júlio Verne
  11. Bonequinha de Luxo, de Truman Capote
  12. Buracos Negros, de Stephen Hawking
13.Crônica de uma morte anunciada, de Gabriel García Márquez
  1. E não sobrou nenhum, de Agatha Christie
  2. Fahrenheit 451 , Ray Bradbury
  3. Meditações, de Marco Aurélio
  4. Morte em Veneza, de Thomas Mann
  5. Mrs. Dalloway, Virginia Woolf
  6. O Estrangeiro, de Albert Camus
  7. O Grande Gatsby, de F. Scott Fitzgerald
  8. O Guia do Mochileiro das Galáxias, Douglas Adams
  9. O Médico e o Monstro, de Robert Louis Stevenson
  10. O Príncipe, de Nicolo Maquiavel
  11. O Retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde
  12. Uma Canção de Natal, de Charles Dickens
    https://domleon.com.blista-do-clube-de-leitura/
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2019.08.04 02:52 altovaliriano Os primeiros dias do fandom de ASOIAF e Game of Thrones

Link: https://bit.ly/2KtExQJ
Autora: Alyssa Bereznak
Título original: The Last Popular TV Show (How game of Thrones became the last piece of monoculture)

Padraig Butler não se lembra exatamente quando se tornou Deus-Imperador da Brotherhood Without Banners. Nos últimos 18 anos, o gerente demeteorologia aeronáutica de 43 anos fez uma peregrinação anual à Worldcon, a convenção de ficção científica e fantasia, para celebrar o trabalho de George R.R. Martin, autor de As Crônicas de Gelo e Fogo. E foi quase 18 anos atrás, quando ele viajou pela primeira vez de sua cidade natal, Dublin, na Irlanda, para a Filadélfia, que começou a jornada até Imperador-Deus.
Segundo a história, a recém-criada organização - batizada em homenagem a um grupo fora da lei na série de livros - organizou uma festa em homenagem a Martin. Depois de uma noite de bebedeira, um fã bem satisfeito, conhecido em fóruns online como Aghrivaine (e cujo nome real é David Krieger), presenteou o autor com uma espada e pediu para ser armado cavaleiro. O autor concordou sob uma condição: que Krieger e os outros foliões se juntassem a ele em uma "missão" às 1 da manhã ao Pat’s King of Steaks. Naquela noite, depois que cerca de 20 membros da BWB encheram seus estômagos com a comida local, eles foram apelidados de Cavaleiros do Cheesesteak.
Nos primeiros anos do clube de fãs do livro, quando o tamanho dos encontros da Brotherhood Without Banners ainda era administrável, esses títulos voltados para a comida se tornaram um símbolo de honra. (Os Cavaleiros da Poutine, os Cavaleiros do Deep Dish, os Cavaleiros do Haggis e, lamentavelmente, os Cavaleiros da Lixeira). Por decreto de Martin, foram acrescentadas outras honras para reconhecer a participação. Um membro que tivesse participado de pelo menos três grandes encontros da BWB seria apelidado de lorde. Depois das cinco, um príncipe. E depois de sete, rei. Butler já esteve em 16 Worldcons e cerca de 100 outras convenções relacionadas a Thrones e confraternizações pertinentes, protegendo seu reino há muito tempo por meio de seu título de cavaleiro do Cheesesteak. "Eventualmente perguntaram a George, de que chamaremos Padraig agora?" Butler lembra. "Ele disse: ‘É isso. Ele é um rei. Ele vai ficar rei até que alguém o remova do trono’”. Butler não tem planos de parar. "Agora as pessoas apenas dizem: 'Você é o Imperador-Deus'".
Butler visitou um total de 12 países e quatro continentes para se encontrar com seus companheiros de estandarte, construindo uma rede social internacional digna de um líder mundial consagrado. E graças a uma junção de tecnologia e entretenimento, a série de livros indie pela qual ele se apaixonou nos anos 90 se tornou uma espécie de passaporte cultural, tanto uma razão para ver o mundo quanto uma maneira de se conectar com as pessoas que o compõem.
Ao longo dos anos, ele também assistiu com admiração quando Game of Thrones explodiu e se tornou uma peça onipresente da cultura pop diante de seus olhos. Um dia, ele embarcou em um trem e viu vários passageiros lendo os livros de Martin. Então ele olhou para cima para ver outdoors gigantes anunciando a data de estréia da adaptação da HBO. Eventualmente, seus colegas no aeroporto começaram a discutir o programa como uma fonte de turismo. (Uma atração de 110.000 pés quadrados chamada Game of Thrones Studio Tour será aberta na Irlanda na primavera de 2020.) Depois de quase 20 anos celebrando a série, e vendo-a se transformar em best-seller, programa de televisão, universo estendido e a potência da propaganda, ele ainda acha difícil processar o alcance da franquia. "É tipo: Nossa, isso está em toda parte agora."
[...]
Em 1997, Linda Antonsson estava dando uma olha sua livraria local em Gotemburgo, na Suécia, quando se deparou com uma versão em brochura de A Guerra dos Tronos, de George R.R. Martin. Era o primeiro item no que o autor previa ser uma trilogia intitulada As Crônicas de Gelo e Fogo, e contava a história de várias grandes casas disputando o poder nos continentes fictícios de Westeros e Essos, contada a partir da perspectiva de um punhado de personagens interessantes. O livro tinha sido lançado no ano anterior sem muito alarde. "Realmente não fez sucesso quando saira em capa dura", lembra Antonsson. Mas quando ela começou a ler, foi fisgada.
Ninguém mais que ela conhecia havia lido o livro, então ela se voltou à internet em busca de outros fãs de Martin - o que era uma experiência relativamente nova nos anos 90. "Eu lia muita fantasia, mas nunca tive ninguém com quem conversar sobre fantasia", ela me disse. "Eu tinha todas essas coisas que queria discutir e ninguém para conversar." Os cidadãos suecos não conseguiram adquirir suas próprias conexões dial-up até 1995; antes disso, Antonsson ocasionalmente fazia o acesso no centro de informática de sua universidade, onde estudava arqueologia clássica. Quando ela finalmente conseguiu sua própria conexão à Internet, ela navegou de bulletin board em bulletin board, debatendo desde a trilogia O Senhor dos Anéis, de J. R. R. Tolkien à série de livros A Roda do Tempo, de Robert Jordan. “Era um mundo incrível para se entrar, para poder encontrar todas essas pessoas que compartilhavam seu interesse sobre essas coisas que pareciam bem obscuras.”
Através desses primordiais fóruns da internet, Antonsson também descobriu o ElendorMUSH, um RPG multijogador baseado em texto que simulava o ambiente da Terra Média descrito nos romances de Tolkien. (O termo MUSH significa “alucinação compartilhada por vários usuários” [multi-user shared hallucination]. Isso foi antes de World of Warcraft, quando os computadores não tinham placas gráficas poderosas e os jogadores tinham que usar sua imaginação). Foi lá, na “cultura” que Antonsson havia se juntado, que ela conheceu Elio García. Na época, García estudava literatura inglesa e história medieval na Universidade de Miami. E os dois passaram os últimos anos analisando os detalhes mais sutis da Terra Média em árvores de discussão da Usenet, as precursoras dos fóruns on-line. Depois de terminar A Guerra dos Tronos, Antonsson convenceu o cético García a lê-lo também.
Logo eles estavam navegando juntos. Em 1998, a internet estava sendo amplamente usada como um utilitário de busca de informações em vez de uma rede social. Mas com a ajuda de algumas pesquisas no AltaVista, os dois encontraram tantos fóruns de fãs de A Guerra dos Tronos quanto puderam. Entre seus resultados estava Dragonstone, que García lembra ter sido executado via uma conexão de internet instável na Austrália; Harrenhal, que foi construído sobre a plataforma de serviços web Angelfire da Lycos (quee de alguma forma ainda existe hoje); e um fórum chamado Canção de Gelo e Fogo, dirigido por um usuário chamado “Revanshe.” Isso foi na época em que o mundo do entretenimento estava começando a entender o poder de marketing de mitos na internet. E, ao fuçar os fóruns de fãs dedicados à série Wheel of Time, Antonsson havia testemunhado em primeira mão como pistas e pontos da trama não resolvidos motivavam conversas. Ela viu o mesmo fervor se desdobrando com ASOIAF.
"Algumas das maiores e mais intensas discussões sempre foram sobre mistérios", disse Antonsson. "O primeiro tópico que eu lembro de ter lido no fórum de Pedra do Dragão foi a discussão sobre a paternidade de Jon e as poucas pistas que existiam depois do primeiro livro."
O fórum ASOIAF de Revanshe acabou se tornando grande em 1998, acumulando o que García estimava em cerca de 1.000 usuários regulares. Quando chegou a hora de Revanshe ir para a faculdade de medicina, ela passou o site para García, que já havia se tornado um moderador.
Enquanto isso, García e Antonsson estavam planejando começar seu próprio jogo MUSH em Westeros. Para garantir uma representação fiel, eles colocaram sua formação acadêmica em prática e tornaram-se geologistas, botânicos, zoólogos, antropólogos e historiadores autônomos de Westeros, registrando todos os fragmentos de dados que poderiam extrair de de Guerra dos Tronos em um documento do Microsoft Word chamado “The Concordance”. Eles compartilharam o banco de dados no fórum ASOIAF, pavimentando o caminho para a fundação da enciclopédia on-line feita por fãs, que hoje é conhecida como A Wiki of Ice and Fire. A wiki, que seria desenvolvido alguns anos depois, é composto de 23.081 páginas de conteúdo e passou por 236.642 edições desde o seu lançamento. Também inspirou a fundação de 11 sites irmãos em idiomas estrangeiros.
Observando os fóruns de fãs da Roda do Tempo, eles também estavam cientes de que a correspondência com os autores era freqüentemente perdida em tópicos separados. Então foi nessa época que eles começaram a registrar as entrevistas de Martin, e-mails, respostas em fóruns e postagens em blogs pessoais. (Naquele ano eles fizeram seu primeiro momento de contato com o autor, para pedir permissão para fazer o jogo MUSH. Meses depois, ele concordou, e os dois ainda tocam o A Song of Ice and Fire MUSH como um projeto paralelo).
O crescimento constante dos seguidores on-line de Martin - emparelhado com seu envolvimento na cena de ficção científica e fantasia desde os anos 1970 - gerou uma quantidade razoável de novidades para o segundo fascículo da série de Martin, A Fúria dos Reis. "Martin não pode rivalizar com Tolkien ou Robert Jordan, mas ele se qualifica com perfeitos medievalistas de fantasia como Poul Anderson e Gordon Dickson", escreveu um Publisher's Weekly cautelosamente otimista. À época, Peter Jackson estava se preparando para filmar a trilogia de filmes de O Senhor dos Anéis, e produtores e cineastas que viam potencial no gênero de fantasia começaram a sondar Martin pelos direitos de sua história. (Ele hesitou, convencido de que sua história nunca poderia ser esmagada no formato de filme).
Foi quando a coisa entre García e Antonsson ficou séria em mais de uma maneira. Por dividirem o gosto por Tolkien, Jordan e Martin, um romance floresceu e, alguns meses depois de Fúria ser lançado, García se mudou para a Suécia. Todos com quem eles conversaram sobre a série estavam apaixonados por ela. “Nós tínhamos alguns proselitistas que falavam em arremessar os livros em amigos, familiares, colegas de trabalho, etc.”, disse García por e-mail. “E foi tudo muito orgânico. A Random House não passava seu tempo vasculhando maneiras de nos vender ou fazendo com que trabalhássemos para eles, os fãs só fizeram isso porque gostavam”.Encorajados pelo fato de o livro inicial não ter sido o único, eles lançaram o site Westeros.org, reunindo os fóruns que herdaram, os dados de “The Concordance” e seus registros dos declarações públicos de Martin. Começou como um projeto paralelo executado em um servidor miudo em casa, enquanto continuavam a perseguir seus respectivos objetivos acadêmicos. Mas, eventualmente, se tornaria a principal fonte de análise e informação sobre o universo, seu autor e tudo mais.
Enquanto isso, a série de Martin continuou atraindo mais leitores e tornando-se mais difícil de lidar. O manuscrito de seu terceiro livro, A Tormenta de Espadas, tinha 1.521 páginas, e alguns editores não conseguiram manter tudo em um volume. Mas seu apoio entre a comunidade on-line da fantasia ficou mais forte do que nunca, e a Publisher’s Weekly chamou esse fascículo de “um dos exemplos mais gratificantes de gigantismo na fantasia contemporânea”. Quando foi lançado em 2000, estreou em 12º lugar na lista de best-sellers do New York Times.
No momento em que Martin lançou O Festim dos Corvos em 2005, ele garantiu seu lugar como o proeminente escritor de fantasia da década. O livro chegou ao topo da lista de best-sellers do New York Times e a Time o apelidou de "o Tolkien americano". Mas ele também se deparou com os mesmos problemas com Festim que com Tormenta. Sua solução foi dividir Festim em dois e contar a história de apenas metade dos personagens, em vez de metade da história de todos os personagens. Ele explicou tudo no post scriptum do quarto livro, logo após um final instigante. "Olhando para trás, eu deveria ter antevisto", escreveu Martin em seu site pessoal em 2005. "A história faz suas próprias demandas, como Tolkien disse uma vez, e minha história continuou pedindo para ficar maior e mais complicada."
O que pode ter sido uma limitação editorial frustrante para Martin foi uma fonte quase enlouquecedora de suspense para sua crescente base de fãs. Depois de esperar cinco anos entre o terceiro e o quarto livro, os leitores ainda ficaram imaginando o destino de favoritos como Jon Snow, Tyrion Lannister e Daenerys Targaryen. O próximo fascículo seria lançado em 2011, seis agonizantes anos depois. E foi durante esses períodos de silêncio, quando os fãs não tinham material novo com o qual se ocupar, que eles começaram a se concentrar em criar os seus próprios. "Não tenho certeza se a popularidade que antecede os livros poderia ter acontecido se os livros tivessem saído muito rapidamente", disse Antonsson. “Ter tempo entre uma série de livros é o que alimenta a discussão nas comunidades. Dura mais”.
O acesso digital e as plataformas sociais estavam evoluindo para apoiar esses tipos de obsessões. Entre 1995 e 2005, o uso global da Internet aumentou de 44,4 milhões de usuários para 1,026 bilhão. Plataformas simples para blogs, como LiveJournal, WordPress e Xanga, tornaram mais fácil para as pessoas iniciarem blogs pessoais e compartilharem suas ideias sobre qualquer coisa, independentemente de quão arbitrárias ou específicas. E as primeiríssimas redes sociais da web, incluindo o MySpace e o Facebook, estavam na infância, assim como o conceito de podcasting.
Enquanto Martin continuava atualizando sua base de fãs através de um LiveJournal chamado Not a Blog, seus fãs adoradores lidavam com sua impaciência de formas cada vez mais criativas. A maioria preferiu vasculhar os fóruns de Westeros.org ou Tower of the Hand, onde puderam analisar todas as teorias possíveis em torno de cada enredo e propor suas próprias. Uma facção de leitores impacientes se separou para formar uma comunidade ressentida conhecida como GRRuMblers. O fundador do site Winter Is Coming, Phil Bicking se agarrou a um anúncio de 2007 de que a HBO adquirira os direitos da série As Crônicas de Gelo e Fogo, e redirecionou sua energia para um site do Blogger que registrava o elenco, as filmagens e a produção da série. Mesmo antes de o piloto ter sido filmado, os fãs no site de Bicking começaram a tratar os anúncios do elenco como mistérios não resolvidos. Como um colunista de fofoca, Martin iria postar dicas sobre quem foi escalado para determinado papel em seu blog, para alimentar a chama. "Então a base de fãs passaria dias debruçado sobre aquilo, tentando desvendar o teste", disse Bicking. “Nós descobrimos todos eles. Fiquei chocado que as pessoas foram capazes de descobrir até mesmo Isaac Hempstead Wright, que interpreta Bran, e estava em um comercial antes disso”. Bicking se lembra de ter começado dois tópicos separados para discutir rumores e vê-lo ser encher com quase 1.000 comentários cada um. “Então, eu fiquei tipo: 'OK, eu tenho aqui uma comunidade dedica e de bom”, disse ele. A grande imprensa estava tomando conhecimento". Algum programa de TV recente gerou mais entusiasmo on-line, sendo que nem mesmo é um programa de TV?", perguntou o The Hollywood Reporter em 2010.
Quando a HBO estreou Game of Thrones em 2011, Martin já era famoso. Ele havia vendido mais de 15 milhões de livros em todo o mundo, fora retratado pelo The New Yorker e poderia levar sua legião de adoradores e haters ao frenesi com uma simples foto de férias postada em seu LiveJournal. Tudo isso significava que, quando o programa estreou em 17 de abril, ele se saiu bastante bem segundo os padrões de televisão. Cerca de 2,22 milhões de pessoas assistiram à estreia, o que foi menos do que o número de espectadores conquistados por Storage Wars da A&E e por The Killing da AMC, e mais do que Khloe & Lamar do E!.
Ainda assim, a crítica o recebeu de forma foi irregular. Embora muitos analistas tenham elogiado a capacidade da HBO de estabelecer um palco exuberante e cativante para a história complexa e abrangente de Martin, outros a consideraram um sinal de declínio da rede. Slate o chamou de “lixo de fantasia semi-medieval e repleto de dragões”. O New York Times o descreveu como “drama em traje de época com pingue-pongue sexual”. Em uma fala indicativa de uma conversa muito maior sobre a legitimidade da cultura nerd e sua perceptível falta de inclusão de gênero, a crítica Ginia Bellafante detonou o show por glorificar “a ficção infantil paternalmente acabou atingindo a outra metade da população”, e concluiu que “se você não é avesso à estética de Dungeons & Dragons, a série pode valer a pena”.
Enquanto isso, os servidores da Westeros.org estavam caindo. A agitação que antecedeu a estreia do programa deixou García e Antonsson com cerca de 17.000 membros registrados no Westeros.org. Mas o casal estava totalmente despreparado para a onda de interesse que se seguiu à estréia da série. Na noite em que foi ao ar, o site foi torpedeado pelas buscas do Google, e os dois cuidavam de seu único servidor como um recém-nascido com cólica. Para desviar o fluxo de tráfego, García ajustou o site para que apenas os membros registrados pudessem ver as postagens. "Eu imaginei que isso impediria as pessoas de entrarem", disse ele. No dia seguinte, ele acordou com 9.000 novas solicitações de conta. García passou horas aprovando manualmente os recém-chegados. A espera entre o terceiro e o quarto romance estimulou um aumento lento e constante de fãs, talvez um ou dois mil membros por ano entrando no fórum. Mas com a chegada do programa de TV, eles poderiam acumular vários milhares em um único dia. "Foi impressionante", disse García. “Os membros do nosso fórum chamaram a onda de novas pessoas de 'The Floob' - uma enxurrada de noobs.” Foi nessa época que García e Antonsson abandonaram suas atividades acadêmicas para se concentrarem no site em tempo integral.
Embora o casal tenha perdido alguns dos dados do número de visitantes dos primeiros dias, Antonsson lembra-se de ter assistido a vazão e o refluxo do tráfego em A Wiki of Ice and Fire quando os recém-chegados reagiram aos principais pontos da trama da primeira temporada. Esses picos foram particularmente pronunciados no episódio 9, quando o herói do programa, Ned Stark, foi executado inesperadamente. “Logo após o episódio terminar, todo mundo foi até a página de Ned Stark para checar: Ele está bem? Né?” - lembrou Antonsson. (Ele não estava.) O final da temporada do show foi assistido ao vivo por cerca de 3,04 milhões de lares - cerca de 820 mil a mais do que a estréia. A primeira temporada mais tarde viria a ser indicada para 13 Emmys e ganharia dois, para Melhor Design de Abertura e para a performance de Peter Dinklage como Tyrion na categoria Melhor Ator Coadjuvante em série dramática. Ao matar o herói de Westeros antes mesmo que a temporada terminasse, Benioff e Weiss chocaram seus espectadores menos maduros, agradaram os superfãs dos livros e plantaram uma semente de curiosidade que sustentaria a série ao longo dos próximos oito anos.
O que García e Antonsson testemunharam em seu site naqueles primeiros dias se assemelhava à conversa em duas frentes de Game of Thrones que logo surgiria na mídia e na internet como um todo. Depois de cada novo episódio televisivo, aqueles que não leram os livros (agora presumivelmente na casa dos milhões, tendo em conta a audiência do programa) correm para a Internet em busca de contexto, enquanto os leitores de livros (também uma base crescente) riem de diversão e depois analisam as diferenças entre o show e o cânone. Essa “camada paralela” de conversação, como a T Magazine do New York Times a chamou, pode ao mesmo tempo fornecer aos recém-chegados uma melhor compreensão do universo de Westeros e permitir que os veteranos testassem seu conhecimento detalhado do cânone em contraste com o show.
[...]
E há o Deus Imperador Butler. Embora o programa esteja chegando ao fim e não esteja claro se ou quando os livros remanescentes de Martin serão publicados, a comunidade que ele aprecia sobre Thrones continua viva. Em agosto, muito depois do final da série, ele participará de sua 17ª reunião da Brotherhood Without Banners na Worldcon em Dublin. "Seria meio triste não ir", disse ele.
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2019.04.07 22:56 carlosmstraductor Porque é que a música pimba é mal vista socialmente por alguns portugueses?

Olá a todos Não percebo porque é que a música pimba é tão mal vista socialmente por alguns portugueses. Também faz parte da cultura portuguesa, goste-se ou não O público-alvo deste género de música são os portugueses das zonas rurais do interior e muito especialmente aqueles que moram no estrangeiro (França, Suíça, Luxemburgo, Alemanha) que compravam as K7 (agora fazem a mesma coisa com os CD's) nas bombas de gasolina porque eram um formato barato e não tinham guito para comprarem um CD ou um vinil. Aliás, não pretende fazer mal a ninguém, só divertir o público e fazer com que este sinta prazer ao dançar e pular com essas melodias simples, pouco requintadas e orelhudas. Quanto à brejeirice das letras, tudo isso fica à consciência de cada um, as pessoas podem ser às vezes até muito perversas e malinterpretar o conteúdo das letras.
Depois, um exemplo disto é o seguinte: o Ricardo escreve canções popularuchas por dinheiro, está no seu pleno direito, mas o mais surpreendente é que ele começou no metal e, logo depois, passou para um rock mais suave como o "Conquistador" dos Da Vinci, canção orelhuda e grande malha do verão de 1989 além da "Lambada" dos Kaoma.
Finalmente, este tipo de musica é mesmo escutada e acarinhada pelo pessoal provinciano e, sobretudo, pelos emigrantes que, regra geral, estagnam no tempo assim que emigram, ou seja, não evoluem e, por isso mesmo, gostam das musicalidades ditas pimba. Quanto ao Ricardo, foi pena ter enveredado pela musicalidade de feira para alguns pelo menos, porque os emigrantes adoram.
Um abraço a todos e desculpem a lengalenga Carlos M.S.
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2018.03.05 20:13 KokishinNeko Eureddision - National Playlist

Eureddision : National Playlist (no vote)

Welcome to the first edition of Eureddision, an international song contest with karma, gold and drama ! On order to select the best pan-european song of the year.
We will proceed in two steps for the national selections :
1 - a thread to submit your idea of what is the best song of the year for your country.
2 - a thread to vote for the best one, which will compete for the Eureddision's title.
Feel free to submit and comment, as songs will be aggregated to make a national playlist for everyone to enjoy!
Let's have fun!

Rules of submission

Shall be accepted submissions respecting the following requirements :
For an entry to be acceptable, it shall respect the following template :
 * [**Artist** - *Title*](link) (genre) "Little text to describe the song and explain why it should be selected - username" 
OP will aggregate the admitted songs and make a YouTube playlist.
Thank you all in advance for your submissions and your enthousiasm !

Please stay civil and don't insult others taste :)

Current playlist

The Eureddision team

Obrigado a todos pelas sugestões, vamos criar a thread de concurso brevemente.

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2016.07.22 16:45 RandomMe98 Memórias da TV Cabo (e outros operadores)

Tempos inesquecíveis que nunca vão voltar. Começo com as minhas:
Eu nasci em 1998. As minhas memórias mais remotas da televisão por cabo remontam ao ano 2000. Segundo o meu pai, tinhamos a Bragatel e um dos primeiros canais que lembro-me de ter visto foi o canal alemão ProSieben (e de ter a pronúncia alemã retida na cabeça), em particular pelos intervalos. Também havia a DSF mas tenho memórias muito escassas (nunca cheguei a ver as raparigas a dizer "ruf an" (chama-me). Isso e os números de telefone são boa parte do que nós sabemos da língua alemã). É verdade, houve uma época em que canais estrangeiros geravam audiência. Também me lembro da Rai Due (actual Rai 2) e ver um TG2 Dossier sobre um músico qualquer.
Mais ou menos na primavera ou no verão de 2001 (acho que foi na primavera), o meu pai decidiu mudar para a TV Cabo. A principal razão foi por causa da SIC Notícias, que a Bragatel não tinha nos seus primeiros meses. Ainda me lembro de alguns canais da Bragatel por via de uma amiga da minha mãe - ainda tinha lá o VIVA (que, quando tinha seis anos, julgava que era o "VAVA" :D) cujos intervalos com anúncios a toques e jogos de telemóvel devorei, o canal pré-escolar CBeebies que às 19 fechava e abria o canal de cultura e conhecimento BBC Four, a RTL II (que passava animes em alemão mas, segundo vi, deixou), a Rai Sport (actual Rai Sport 1), a TF1 (lembro-me de ver o noticiário das 12 (afinal era o das 13, por causa do fuso horário), o Attention à la marche! e os intervalos - cheguei a ver anúncios ao Cartoon Network francês!), a TV Record antes de chegar à TV Cabo (lembro-me de um programa da manhã que era o "Note e Anote") ainda tinham a Rai Due até 2004 se bem me lembro, e depois adicionaram canais como a BBC One (não tinham a BBC Prime/Entertainment), e uns canais brasileiros que a Bragatel precisava para encher a grelha, a TV Capixaba e a TV Jornal (foi lá onde vi pela primeira vez a notícia do acidente da TAM antes de ter visto em canais portugueses). Também havia a CLP TV (canal criado para emigrantes e emitia a partir de França mas faliu) onde vi uma novela (acho que portuguesa) e a Cuatro de Espanha, onde cheguei a ver uns intervalos (e são compridos, quando fui a Barcelona no ano passado e a TV da sala estava ligada neste canal, notei esta semelhança com a realidade portuguesa). Para não falar da RBTI, canal criado para a diáspora brasileira mas teve direitos de transmissão para séries americanas muuuuuito antigas e umas séries de tokusatsu do Japão que fizeram furor lá.
Voltemos então à TV Cabo (e recuemos uns anos): lembro-me do Cartoon Network, mesmo em tempos da Bragatel (quando ainda passavam anúncios do Reino Unido) e de ficar perplexo quando mudamos de operadora e a mãe disse algo como "em que número fica o Cartoon Network?", lembro-me ainda do canal fechar às 21, mas a partir de 2003 passou a fechar às 20. O canal trouxe-me imensas memórias e não foram igualadas por outros canais. O Canal Panda foi o mais próximo, talvez por causa do Doraemon (leia-se "Doraemon, el gato cósmico" com um perfeito sotaque espanhol), com a qual aprendi Espanhol como também da série "Os Meus Padrinhos são Mágicos" (que agora é "Os Padrinhos Mágicos", mas pronto, gostava na mesma) e de ficar frustrado a 1 de Junho quando tiraram a série da grelha (não sabia que mudou de horário). Lembro-me também de um canal desconhecido de um pequeno país da Europa de Leste que havia na casa do meu padrinho (mas tinha cabo) que estava a passar um anúncio da Ford que também passou na televisão por cá. Depois é incontornável passar por vultos como o GNT com as suas novelas, o People and Arts que já mudou de nome duas vezes e a SIC Gold com séries do tempo antes de Francisco Pinto Balsemão ter dito a célebre frase: “Esperem lá... e se eu usasse o dinheiro que achei ali perdido atrás do bidé para fundar um canal de televisão?”
O National Geographic Channel nos inícios era vindo directamente do Brasil, com anúncios e tudo. Também havia o Sol Música, e fiquei perplexo com o seu fim. Cheguei a ver um vídeo do Gomo e uma canção brasileira energética, na onda do Tô Nem Aí só que não me lembro de como ia a letra, mas sim a melodia.
Em 2004 tivemos uma Powerbox, mas sem sucesso, pois estava sempre a congelar quando estavam a ser usados os serviços interactivos (guia, video on demand, ajuda, jornal - mais detalhes ainda neste texto). Em 2005 fiquei apanhado de surpresa com um anúncio ao Funtastic Life mas não pedinchei e passei a ter o serviço por alturas do Mundial de 2006. Reconciliei com a RTL (tive uma breve obsessão a finais de 2004/inícios de 2005) mas depois veio a controvérsia dos direitos (e o bloqueio da RTL e da M6 - não, não se lê "éme size", cá em Portugal chamamos de "éme seis"!). Fiquei literalmente assustado quando o Viver (o antigo ViviViver, que nunca gostei, mas nunca vi o Íntimo - oh si cariño) foi trocado pelo felizmente extinto canal Infinito. Talvez o tema do paranormal era demasiado complexo para uma criança de oito anos.
Voltando à Powerbox, o aliciante foram as aplicações: o Video-on-Demand era inútil para mim. A ajuda também. As que gostei mais foram o "jornal" que tinha notícias, tempo, resultados de futebol e dos jogos da lotaria, o guia TV (que infelizmente era limitado) e a aplicação de rádio, que gostei imenso. A mudança de Setembro de 2007 e a chegada inesperada de alguns canais fascinou-me, pois já tinha oportunidades de ver "comunismo calmo" em acção (Cubavisión Internacional), uns programas chineses legendados na própria língua (Phoenix), filmes velhos do tempo do bloco de leste (RTR-Planeta, Inter+, TV Bulgaria/BNT World, TVR International) e melhores oportunidades para ver a Eurovisão em anos sucessivos em línguas da Europa de Leste (para uma pessoa que acha que a Eurovisão é o seu guilty pleasure).
Depois em Maio de 2008, após algum receio, mudei para a ZON Box. Lembro-me de estar doente na altura. Não só doente como também perplexo, pois não tinha as ditas aplicações, só o guia de programação e as rádios eram postas à parte na grelha. Um canal que via muito na altura era o Boomerang, só porque sim (para equilibrar o "ódio" pelo Cartoon Network mas estabilizou-se em 2010). Depois comecei a gostar de canais como o Nickelodeon e o Disney Channel. Ainda gostava da Rai Uno (Rai 1) por causa de um concurso que tinham lá, o L'eredità: la sfida dei 6 (A Herança: o desafio dos 6) e pelos intervalos que havia mas fiquei com um balde de água fria por terem retirado a Rai 1 a favor da Rai News.
Bem, isto é mais ou menos pouco mais de década inteira de memórias, e acho que alguém deve identificar com algum dos factos que aqui mencionei.
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Canção Original “Estrangeira” – ESTRANGEIRO