Como deve um marido tratar a esposa

Aprenda logo como a esposa deve tratar o marido. O homem vai te ajudar sim nas tarefas de casa. Ele, se for inteligente, vai saber tirar parte do peso das suas costas, mas mesmo assim tome para si essas tarefas como se fossem só suas, como se ele não tivesse a obrigação de nada, pois você é a mulher, você foi criada para isso, você ... Como já ouve um artigo que aconselhou o marido a agradar a esposa, vou dar dicas de como a esposa pode agradar o marido. Leia mais::: Dicas para a esposa se sentir mais amada:: Como ter um matrimônio mais feliz:: Como ser uma boa esposa?:: A vontade de Deus para os esposos. Elogios, palavras de afirmação Como Cuidar de seu Marido. Todo relacionamento dá trabalho de vez em quando, ainda mais quando se trata de um casamento. Uma das melhores formas de criar uma atmosfera tranquila no dia a dia é mostrar carinho pelo cônjuge. Aprenda a cuidar... Como um homem deve tratar sua esposa? O casamento foi o primeiro relacionamento humano criado por Deus, fazendo parte do trabalho realizado no sexto dia da Criação. É descrito como aliança, uma palavra que frisa a seriedade deste compromisso entre duas pessoas assumido diante do Senhor e das outras pessoas (Malaquias 2:16). E um deles é o homem como governo de seu lar: “Porque o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja, sendo este mesmo o salvador do corpo”. (Efésios 5.23) É claro que assumir a função de cabeça do lar também exigirá que o marido venha a saber COMO fazer isto. Como a esposa deve tratar o marido: 15 Qualidades De Uma Boa Esposa. O casamento é trabalho em equipe. E requer que ambos os parceiros envidem seus esforços individuais para fazer as coisas funcionarem. Assim como você gostaria de um 'bom marido', seu marido gostaria de ter uma boa esposa. Mulheres modernas e progressistas podem ter dificuldade… Aprenda como a mulher deve tratar um homem e deixe-o mais do que loucamente apaixonado por você e pelo seu jeito de ser.. ... cada um de per si também ame a própria esposa como a si mesmo, e a esposa respeite (Submissa) ao marido”. ... e encontrei essa joia de post.Você disse tudo,Sou mulher casada e jamais em hipótese alguma gostaria de ... Como a Esposa deve Tratar o Marido 8 Atitudes que Tornam Você uma Boa Esposa #1 – Eu te amo como a esposa deve tratar o marido. Um simples ”eu te amo” no dia a dia, é capaz de transformar o dia da pessoa que amamos. Atitudes pequenas como essa, são deixadas de lado muitas vezes, depois de um longo tempo de relacionamento. A melhor forma de começarmos a falar sobre como um homem deve tratar sua esposa é falando de fidelidade. Em 1 Timóteo 3, lemos que o bispo (líder religioso) deve ser marido de uma só mulher. Aqui lemos sobre a fidelidade conjugal. Assim como nós devemos adorar e ser fiel a um único Senhor, o marido deve ser fiel a uma única mulher, sua ... Apesar das mulheres terem que se submeter aos seus maridos, a Bíblia também diz várias vezes como os maridos devem tratar suas esposas. O marido não deve agir como um ditador, mas deve mostrar respeito pela sua esposa e por suas opiniões. “Assim devem os maridos amar as suas próprias mulheres, como a seus próprios corpos.

Fate/Gensokyo #17 - Emiya Kiritsugu

2020.07.08 19:37 YatoToshiro Fate/Gensokyo #17 - Emiya Kiritsugu


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Se você não ficou surpreso em ver que a Professora Taiga do Emiya Shirou virou um Servo em Grand Order. Talvez você nem acredita que até esse cara virou Servo.
Em Grand Order o Emiya Kiritsugu o marido de Irisviel von Einzbern, pai de Illyasviel von Einzbern e pai adotivo de Emiya Shirou é um Assassin. {É Galera Tal Pai Tal Filho kkkk (Só os Fortes vão entender)}
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O verdadeiro nome do assassino é EMIYA (Kiritsugu Emiya). Um assassino que encarnou como um agente da força contrária. Originalmente, ele não era um espírito heroico. Embora ele tenha sido um indivíduo que matou muitas pessoas como assassino, sua existência não foi gravada no Trono dos Heróis. Um dos “espíritos heroicos imitadores” também conhecido como Contra Guardiões, e alguém que nunca teria existido na história humana adequada. No entanto, essa possibilidade "se isso poderia ter sido" existe agora apenas devido à ameaça que tenta destruir a própria história humana desde sua fundação ... somente no caso da Grande Ordem. Sua alma foi chamada do círculo de dissuasão em resposta a esta ameaça.
EMIYA existe como uma possibilidade hipotética apenas nas Grandes Ordens. Como a Casa Einzbern não adotou a estratégia de contratar um mestre externo, ele não se encontrou com a esposa que deveria encontrar e, portanto, não se separou da esposa nem sofreu a frustração de tal separação. Consequentemente, seu coração de aço permaneceu como aço, suas emoções acabaram murchando completamente e sua alma foi chamada ao círculo de dissuasão. ______________________________________________________ Fate/Accel Zero Order O EMIYA foi enviado pela Counter Force para consertar a singularidade da Quarta Guerra do Santo Graal. Ritsuka Fujimaru, Mash Kyrielight e Lord El-Melloi II se unem a Kayneth El-Melloi Archibald e Lancer, e atacaram o covil de Caster nos esgotos de Fuyuki. Como Kayneth e Lancer foram à Igreja para reivindicar sua recompensa por Feitiços de Comando, Lorde El-Melloi II sugeriu a Ritsuka que procurasse Ryuunosuke Uryuu. No entanto, EMIYA já assassinou Ryuunosuke com sua faca.
Ritsuka, Mash e Lord El-Melloi II encontraram o cadáver de Ryuunosuke e o feitiço de detecção de Lord El-Melloi II detectou EMIYA. EMIYA se revela, alegando não ter motivos para lutar e insiste em que a equipe volte e vá embora. Romani Archaman acha que pode estar relacionado à fonte da distorção, pois é um elemento estranho. Lord El-Melloi II quer capturar EMIYA para aprender mais sobre ele, no entanto, isso força EMIYA a tratar a equipe como seus inimigos. Após a luta, Mash afirma que sua presença parece diferente dos outros Servos da Quarta Guerra do Santo Graal, mas ele é semelhante a Archer. Enquanto isso, Rider e Waver Velvet invadiram sua luta e destruíram o Campo Limite de Lord El-Melloi II, no qual a EMIYA decidiu usar essa oportunidade para escapar.
Durante a luta entre a equipe de Irisviel von Einzbern e Saber contra o grupo Chaldea. O ataque de emboscada de EMIYA a Irisviel não teve êxito quando Mash bloqueou seu ataque. Ele visa especificamente Irisviel, pois ela é a embarcação do Graal. Não há má vontade, mas matá-la é a maneira mais rápida de desmantelar o Graal. Saber o ataca imediatamente. Lord El-Melloi II diz que, independentemente dos objetivos do assassino, eles não podem arriscar a morte de Saber, então ele ordena que o grupo da Caldéia ajude o Saber. Após a luta, EMIYA reclama que o grupo da Caldéia nem é participante da Quarta Guerra do Santo Graal e não deve interferir em sua missão. Lord El-Melloi II exige saber o motivo por trás da tentativa de assassinato. A resposta de EMIYA foi enigmática, mas, no entanto, ele se retira.
Após o banquete do rei, EMIYA aparece sem usar sua ocultação de presença. Ele comentou que o grupo da Caldéia está se tornando mais problemático porque o número de aliados está crescendo. Mais uma vez, ele visa Irisviel para que a guerra não chegue à sua fase final. Após a luta, Lorde El-Melloi II pede a EMIYA que espere, pois eles podem não ser inimigos. Lord El-Melloi II deduz que EMIYA não parece ter um Mestre, então ele deve estar atuando como enviado da Contra-Força. Lord El-Melloi II revela a verdade sobre a Caldéia e as singularidades para os outros; além disso, ele apresentou à EMIYA um método que cumprirá completamente seu dever sem matar Irisviel. EMIYA se junta ao grupo, acreditando que ele quer procurar um caminho sem matar Irisviel.
Enquanto o grupo se dirige para a caverna sob o Templo Ryuudou, Lord El-Melloi II explica a corrupção no Grande Graal. EMIYA questiona por que ele não desmontou o Grande Graal, enquanto Lord El-Melloi II diz que é como brincar com um enorme barril de nitroglicerina e um passo em falso pode causar um grande problema. EMIYA divaga um pouco sobre como é estranho cooperar com alguém, já que seu tipo geralmente é enviado para qualquer campo de batalha para derramar sangue até que seja resolvido, mas ele é interrompido ao sentir a presença de Hassan das Centenas Faces nas proximidades.
Após a derrota de Black Iri, EMIYA decidiu ficar na caverna porque ele afirma que, como Contra Guardião, ele desaparecerá e retornará ao Trono dos Heróis. Sua verdadeira razão era confrontar Angra Mainyu para que ele pudesse sair sem envolver mais ninguém, porque pessoas de outros mundos não deveriam ser forçadas a resolver os problemas deste mundo
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2020.06.15 01:43 Lost-Morning Cadeia de Ma Zigu Peng Yunhui: Na vida de uma criança, não há "um passo" ao acaso, deve haver um "plano"! O Mazars Valley desenvolveu o "Manual do Proprietário para mães e filhos de 0 a 6 anos"

Cadeia de Ma Zigu Peng Yunhui: Na vida de uma criança, não há
妈仔谷连锁彭云辉:孩子的人生,“一步”都不能随意,该有“计划”!妈仔谷为你制定“0-6岁母婴成长使用说明书”
Cadeia de Ma Zigu Peng Yunhui: Na vida de uma criança, não há "um passo" ao acaso, deve haver um "plano"! O Mazars Valley desenvolveu o "Manual do Proprietário para mães e filhos de 0 a 6 anos"
文 周君君

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如果你走入妈仔谷总部,你会看上墙上一幕幕彭爸爸的黑白照片。一个眼睛不大却自带喜感的男人用温柔充满着爱的眼神对婴儿每一个细节呵护的照片,有的是他在喂婴儿喝奶,有的是他为婴儿在按摩,有的是为婴儿在换尿片,有的是在跟婴儿说话,有的是哄婴儿睡觉,有的是给婴儿洗澡……每一幕,都让人感受到浓浓的父爱,深深的感动,深深的震撼。
Se você entrar na sede do Vale Ma Zi, verá a foto em preto e branco de Peng Peng na parede. Uma foto de um homem com olhos pequenos, mas com um sentimento de alegria que cuida de todos os detalhes do bebê com olhos gentis e amorosos, alguns estão alimentando o bebê para beber leite, outros estão massageando o bebê e outros estão trocando a fralda para o bebê. Alguns estão conversando com os bebês, outros estão convencendo os bebês a dormir e outros estão banhando os bebês ... Cada cena faz as pessoas sentirem o amor de um pai forte, profundamente comovido, profundamente chocado.
人生路不可随意,每一步都得用心地走,每种遇见都会在人生当中留下印记,无论遇见人,遇见事,遇见物件;据世界儿童心理学,行为学专家数据,一个人初生到这个世界时0-6岁,是感知能力最强的时候,他的一切“遇见”都会被他深刻的感知,然后雕刻在他潜意识深处,伴随他一生,影响他一生的每一次“抉择”。所以每个父母希望能用更正确的方法论,更专业的方法,更专业的“情绪”,去为孩子做更多“对”的事情,希望能让孩子“遇见”更多的美好。可是初为父母,几乎都是处于混沌状态。
O caminho da vida não pode ser aleatório. Cada passo deve ser tomado com cuidado. Todo encontro deixará uma marca na vida. Não importa quando você conhece pessoas, quando conhece coisas, quando conhece coisas; de acordo com dados de especialistas em psicologia e comportamento infantil no mundo, uma pessoa nasce aqui. O mundo tem de 0 a 6 anos. É o momento em que a capacidade de perceber é a mais forte. Todas as suas "reuniões" serão profundamente sentidas por ele e depois gravadas nas profundezas de sua mente subconsciente, que o acompanharão por toda a vida e afetarão todas as "escolhas" em sua vida. Portanto, todos os pais esperam usar metodologias mais corretas, métodos mais profissionais e "emoções" mais profissionais para fazer coisas mais "certas" para seus filhos, na esperança de fazê-los "encontrar-se" mais bonitos. Mas os primeiros pais estão quase em um estado de caos.
那时的彭云辉和妻子自然也处于混沌之列。十四年前,还是独生子女的时代,孩子的降生就是每个家庭最重要的事情和全部关注的中心。那年,彭云辉初为人父,那是种非常奇妙的体验。充满惊喜,感叹生命的神奇和伟大,同时,又诚惶诚恐,不知道该如何正确地去面对新生命的成长,总担心一个细节没做好给孩子带来创伤,造成悔恨。
Naquela época, Peng Yunhui e sua esposa estavam naturalmente no caos. Quatorze anos atrás, era a idade de ter apenas filhos.O nascimento de um filho é a coisa mais importante e o foco de todas as famílias. Naquele ano, Peng Yunhui era o pai e foi uma experiência muito maravilhosa. Cheia de surpresas, lamentando a magia e a grandeza da vida, ao mesmo tempo sincera e com medo, não sei como enfrentar corretamente o crescimento de uma nova vida, sempre preocupada que um detalhe que não seja bem feito traga trauma à criança e causará remorso.
女人刚生完孩子,作息时间完全被打乱,又对孩子的过分紧张,对环境的过于敏感,很容易产生一定的忧郁情绪,而哺乳期阶段情绪的忧郁或者波动却直接影响到母乳的质量和产量。而彭云辉妻子就属于这种类型,孩子不足两个月母乳已经不足以供应孩子的需求。吃什么奶粉,吃什么辅食就成了一家老小讨论研究的重要话题。彭云辉开始专心研习专业书籍,在网上收集经验,唯恐选择错误让新生孩子受到一点伤害。
Uma mulher acabou de dar à luz um filho, sua agenda é completamente interrompida, ela está excessivamente nervosa com o filho e é sensível demais ao ambiente. É fácil produzir uma certa quantidade de depressão. No entanto, a depressão ou flutuação do humor durante a lactação afeta diretamente a qualidade do leite materno. E rendimento. A esposa de Peng Yunhui pertence a esse tipo: o leite materno para crianças com menos de dois meses não é suficiente para atender às necessidades das crianças. Que leite em pó comer e que alimentos complementares se tornaram um tópico importante para os jovens discutirem e pesquisarem. Peng Yunhui começou a se concentrar no estudo de livros profissionais e na coleta de experiências na Internet, para que a escolha errada não prejudicasse um pouco o recém-nascido.
那一段日子,彭云辉夫妇感觉每天过的慌慌张张,像在打乱仗。面对孩子每一天的成长,父母不仅需要谨言慎行给他们最好的成长环境,同时还需要战战兢兢如履薄冰的挑选他的食物和用品。从吃,怎么吃,何时吃,吃什么。到用什么,如何用,用那种。好不容易能够把吃的用的折腾好,孩子脸上冒痘痘,生病发烧……全家又成了热锅上的蚂蚁,家中又开始演绎着兵荒马乱人心惶惶的大剧,去医院打针吃药又担心孩子摄入抗生素,不去医院,似乎网上的经验之谈许多也没有成效……
Naquela época, o casal Peng Yunhui sentia pânico todos os dias, como se estivesse travando uma guerra. Diante do crescimento dos filhos todos os dias, os pais não apenas precisam ter cuidado e proporcionar o melhor ambiente para o crescimento, mas também precisam escolher a comida e os suprimentos de uma maneira assustadora. De comer, como comer, quando comer e o que comer. Para o que usar, como usar, use isso. Afinal, eu era capaz de jogar a comida, o rosto da criança estava com acne e ele estava doente e febril ... toda a família se tornou uma formiga na panela quente novamente, e a família começou a realizar um drama terrivelmente perturbado por soldados e cavalos. Preocupado com as crianças que tomam antibióticos e não vão ao hospital, parece que muitas conversas sobre experiências on-line não são eficazes ...
彭云辉对自己的理解,认为自己最大的优点就是相信任何事只要通过用心的学习以及实践,多参考优秀的经验一定可以找到更正确的方法,以更正确的方法,制定更正确的计划去做好。
O entendimento de Peng Yunhui de si mesmo acredita que sua maior vantagem é que ele acredita que tudo pode ser encontrado através de cuidadoso estudo e prática, e referindo-se a uma excelente experiência. .
他开始满世界去求教母婴专家,阅读大量书籍,经常去向有优秀经验的人学习,功夫不负有心人。孩子未满周岁,他已经从一个‘无知’的混沌爸爸,成长为朋友圈中传说的‘母婴专家彭爸爸’。从孩子什么阶段选择什么奶粉,配以什么辅食,到如何安抚孩子入睡,到小儿推拿,到孩子简单的小毛病,过敏,头疼脑热,闹肚子,他都可以处理的游刃有余。朋友经常笑他说他是可以“制定婴幼儿成长全计划”的“彭博士,彭爸爸。”然而,朋友们自己成为父母时,又经常上门找“彭博士”讨教求助。后来发展成经常一群朋友抱着孩子围坐在“彭博士”家开“座谈会”,后来朋友的朋友也慢慢加入了这个“行列”。当孩子有个头疼脑热,吃喝拉撒异常,大家都已经默认先跑“彭博士”家。由于彭云辉原本就是佛系性格,温和而乐于助人,后来朋友圈都昵称他为“彭爸爸。”
Ele começou a procurar o conselho de especialistas em mães e bebês em todo o mundo, leu um grande número de livros e muitas vezes aprendeu com pessoas com excelente experiência. A criança tem menos de um ano de idade e cresceu de um pai caótico da ignorância para um lendário especialista em mães e bebês, Peng Peng, no círculo de amigos. Ele pode lidar com tudo, desde qual leite em pó a criança escolhe em qualquer estágio, qual alimento suplementar, como acalmar a criança para dormir, massagem infantil, pequenos problemas infantis simples, alergias, dores de cabeça, febre cerebral e problemas estomacais. Os amigos costumavam rir dele e diziam que ele era "Dr. Peng, pai Peng", que pode "fazer um plano completo para o crescimento de bebês e crianças pequenas". No entanto, quando os amigos se tornaram pais, muitas vezes procuravam o Dr. Peng para obter ajuda. Mais tarde, tornou-se um grupo de amigos segurando crianças em torno da casa do "Dr. Peng" para realizar um "simpósio" e, em seguida, amigos de amigos gradualmente se juntaram ao "posto". Quando a criança tem dor de cabeça e calor no cérebro, comer e beber Lhasa é anormal, todo mundo deixou de executar o "Dr. Peng" primeiro. Como Peng Yunhui era originalmente um personagem budista, ele foi gentil e prestativo.Mais tarde, seu círculo de amigos o apelidou de "Papa Peng".
那一年,彭云辉如平时一样一边吃着早餐一边读着报纸,一个醒目的标题吸引了他——产妇患抑郁抱着两个孩子跳楼。看完以后,他深深惊憾,久久不能平静,连续两天吃任何食物都味同嚼蜡,无法下咽。第二天,彭云辉和妻子商量,决定放弃奋斗十几年年营收超千万的贸易公司,开一家母婴店,他将从源头开始精选最好的吃用物品,同时,用他所学集合一些专家为初生父母们制定更专业的母婴全系统计划,以及母婴日常问题提供解决方案,他觉得这真是太重要了,他跟妻子讲起了昨天报纸上那骇人听闻的那則新闻,妻子听后唏嘘不已回想起自己曾经也患过轻微的产后抑郁,非常支持丈夫的选择,认为这确实是很有意义,能够帮助他人的事。
Naquele ano, Peng Yunhui estava tomando café da manhã e lendo o jornal como sempre, e uma manchete impressionante o atraiu - a mãe com depressão e segurando dois filhos pulando. Depois de assistir, sentiu-se profundamente arrependido por não conseguir se acalmar por um longo tempo, e comer qualquer comida por dois dias consecutivos com gosto de mascar cera e não conseguir engolir. No dia seguinte, Peng Yunhui discutiu com sua esposa e decidiu abrir mão de uma empresa comercial com uma receita anual de mais de 10 milhões de yuans e abrir uma loja para mães e bebês, que selecionará os melhores alimentos e suprimentos da fonte e, ao mesmo tempo, usará seu Aprenda a reunir alguns especialistas para formular um plano de sistema mãe-filho mais profissional para pais recém-nascidos e fornecer soluções para os problemas diários de mães e bebês.Ele acha que isso é realmente importante.Ele disse à esposa sobre as notícias apavorantes do jornal de ontem. Depois de ouvir isso, a esposa suspirou e lembrou-se de ter sofrido uma leve depressão pós-parto, apoiando muito a escolha do marido e achou que era realmente significativa e poderia ajudar os outros.
2005年彭云辉创立“妈仔谷”,字面意思是妈妈孩子在一个欢乐安全的世界里。“马仔谷”真正的寓意是,每一位马仔谷的服务顾问都能秉承大爱,幼吾幼以及人之幼,把天底下每个孩子都视如己出去爱和呵护,为宝爸宝妈提供科学育儿系统解决方案并帮助每个家庭把母婴养成计划落实到每一天的生活中去,让每个父母都能成为“母婴专家。”
Em 2005, Peng Yunhui fundou o "Vale Mãe", que literalmente significa que mãe e filho estão em um mundo feliz e seguro. A verdadeira implicação do "Mazi Valley" é que todo consultor de serviços do Ma Zi Valley pode defender grande amor, jovens e jovens, e tratar todas as crianças do mundo como se não estivessem por amor e carinho. Pais e mães fornecem soluções científicas para o sistema parental e ajudam cada família a implementar planos de desenvolvimento de mãe para filho em suas vidas diárias, para que cada pai possa se tornar um "especialista em mães e filhos".
而今妈仔谷已经成为母婴衣,食,住,行,用,教,乐,按摩,咨询,心理辅导等全方位一站式服务的互动机构,成为中国专业制定母婴计划的领先品牌。连锁店超过数百家,专业母婴顾问超过2000人,影响亿万家庭,成为亿万家庭信赖的知名品牌。
Hoje, a Ma Zai Gu se tornou uma agência interativa abrangente e abrangente para roupas de mãe e bebê, comida, moradia, viagens, uso, ensino, música, massagem, aconselhamento, aconselhamento psicológico, etc., e tornou-se a marca líder da China na formulação profissional de planos para mães e bebês. Existem mais de centenas de cadeias de lojas e mais de 2.000 consultores profissionais de mães e bebês, afetando centenas de milhões de famílias e tornando-se marcas bem conhecidas, confiadas por centenas de milhões de famílias.
彭云辉说:“我一直非常非常爱孩子,我非常爱孩子的笑,那是世界上最纯净的笑容,我们该感恩与孩子的“相遇”,我们该珍惜善待与孩子相处的每个时刻,我们得设法尽可能让他感知到这个世界很多很多的美好,遇见这个世界很多很多的爱,这就是妈仔谷存在的意义。”孩子诞生,我们不再恐慌,混沌,我们一起牵手去妈仔谷吧!
Peng Yunhui disse: "Eu sempre amo muito crianças. Amo muito o sorriso das crianças. Esse é o sorriso mais puro do mundo. Devemos ser gratos pelo" encontro "com crianças. Devemos valorizar cada momento que temos com crianças. Você tem que tentar fazê-lo sentir o máximo possível neste mundo, e conhecer muitos, muitos amores neste mundo, que é o significado da existência de Ma Zai Gu. "O nascimento de um filho, não mais entramos em pânico, caos, vamos para Ma Zai Gu Certo!
盘湘文化 周君君
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2019.10.06 04:28 altovaliriano Eddard Stark

George R. R. Martin reiteradamente afirma que nenhum personagem está a salvo da morte, uma noção que ele lapidou muito habilidosamente para estabelecer na saga. A primeira pedra da fundação desta estrutura é lançada com Eddard "Ned" Stark, ao final de A Guerra dos Tronos.
Ned é visto como personagem central do primeiro livro, no qual ele é apresentado como um pai amoroso, marido dedicado, amigo querido, líder confiável, vassalo leal, homem devoto e cumpridor de sua palavra e deveres. Estas qualidades são apontadas como as razões pela qual os leitores o identificam como o herói da história e alguém para quem torcer.
A história do personagem todos sabemos. Ned estava feliz no Norte com sua família quando notícias de que seu antigo protetor e pai de criação teria sido assassinado e seu rei (e amigo de infância) o nomeia como substituto no cargo de Mão do Rei. Desde o momento em que Ned aceita (relutante) o cargo, sua família começa sofrer com os atritos políticos entre Eddard e a família da Rainha. Em Porto Real, Eddard vai de peixe fora d'água a persona non grata enquanto investiga as circunstâncias da morte de Jon Arryn, até que perde todo o apoio político que tinha na capital com a morte do Rei Robert. Eddard tenta fazer justiça, mas é traído, humilhado e acaba por sequer ganhar a misericórdia que lhe foi prometida.
É muito apontado que Ricardo Plantageneta, o 3º Duque de York (1411-1460) seria a inspiração histórica de GRRM para Eddard Stark. O líder de sua Casa de York nos primeiros anos da Guerra das Rosas havia sido nomeado como Lorde Protetor e Regente da Coroa quando o Rei Henrique VI sofreu um colapso nervoso, traiu a Coroa e enfrentou a Rainha Margaret de Anjou, da Casa de Lancaster, mas acabou derrotado e teve sua cabeça exposta nos portões da cidade de York.
Outra inspiração histórica apontada é um dos filho de Ricardo, que viria a reinar como Ricardo III, que havia tentado usar o testamento de Eduardo IV para se tornar regente de Eduardo V... somente para depois anular o casamento de sua cunhada Elizabeth Woodville com o irmão, declarar seus sobrinhos como bastardos e tomar o trono para si. No fim, foi derrotado pelos filhos do primeiro casamento de Elizabeth.
Mas nenhuma dessas personalidades históricas pode ser tomada como referência direta à Eddard Stark, uma vez que a forma como Martin retratou Eddard parece ter sido moldada tendo em vista as necessidades da ficção e não como um estudo da história do mundo real. Portanto, é necessário avaliar a construção da personalidade de Ned Stark dentro das exigências de "As Crônicas de Gelo e Fogo".
Assim, para entender Eddard, proponho questionarmos sua criação, suas relações pessoais e suas relações políticas.
EDDARD, O ANIMAL HUMANO
Eddard nasceu como segundo filho de Rickard e Lyarra Karstark, mas sem demora foi substituído como caçula por Lyanna e Benjen. Ser um filho do meio já evoca uma série de questões sobre auto-estima e favoritismo em um núcleo familiar, especialmente em uma sociedade como a de Westeros, em que toda a fortuna da família é passada apenas para o primeiro herdeiro na linha de sucessão.
Tudo isto parecia ser verdade na família Stark. Ned relata que foi seu irmão mais velho, Brandon, quem recebeu toda a educação senhorial e era tido como o próximo senhor, até mesmo por Eddard, que não nutria nenhuma esperança de herdar Winterfell.
Neste contexto, o papel que um segundo irmão deveria desempenhar era o de leal vassalo do irmão mais velho. Não sabemos se a personalidade de Eddard foi determinante para que ele absorvesse essa postura ou se estas lições lhe foram passadas por seus pais ou por Jon Arryn. Contudo, sabemos que é assim que Eddard entendia seu papel dentro de sua família. Afinal, foram a estas lições que ele recorreu quando explicou a seu segundo filho, Bran, qual deveria ser seu papel diante do primogênito Robb.
De todo modo, se seu papel secundário e instrumental não estava claro durante sua infância em Winterfell, deve ter ficado muito claro quando foi enviado para o Ninho da Águia, para ser criado por um estranho. Ao contrário de Robert, Ned parece ter voltado pouco para a sede de sua Casa durante sua adolescência, fazendo com que seus laços com sua família e os nortenhos fossem notoriamente mais fracos do que os de Brandon, que foi criado em Vila Acidentada. Na verdade, Brandon era de tal carisma que conquistaria amigos até mesmo no Vale de Arryn.
Por outro lado, Ned é descrito como tímido, reservado, com aparência solene, coração e olhos gelados que parecem julgar os outros com desdém. Talvez isso tenha sido desenvolvido depois de adulto, e em razão das adversidades que enfrentou. Talvez estas características estivessem com ele desde que ele fosse criança. Assim, é possível que tenha deixado poucas amizades para trás quando partiu com oito anos para o Ninho da Águia.
Uma vez sob a tutela de Jon Arryn, a vida parece ter sido diferente. Como Jon Arryn havia perdido sua segunda esposa, irmão e sobrinho e não tinha filho algum, Robert e Ned eram como se fossem seus filhos mais velho e mais novo, respectivamente. Durante os nove anos que ficou por lá, é imaginável que Eddard tenha recebido muito mais deferências do que recebia de seu próprio pai em Winterfell.
Na verdade, a propalada honra de Ned Stark pode ser mais fruto de sua criação junto a Arryn do que derivada dos Stark. Não só porque a honra é uma das marcas daquela outra Casa ("Alto como a honra"), como o próprio Jon Arryn demonstrou que punha a honra frente a cega obediência (como quando se recusou a entregar Robert e Ned a Aerys e iniciou uma Rebelião por isso).
Já sobre os Stark de Rickard, por sua vez, paira uma suspeita de que tinham tanta sede de poder e influência quanto tinham de sangue (o tal "sangue de lobo"). Talvez por isso também que sejam tão notórias as diferenças entre Eddard e seus irmãos. Para além de uma mera incompatibilidade de gênios, pode ter havido uma incompatibilidade de criação.
Eddard não deixou de amar os irmãos, entretanto. Ainda que ele condene as atitudes de Brandon e Lyanna, Ned encomendou estátuas mortuárias para todos eles nas criptas de Winterfell, algo inédito na tradição Stark, que demonstra quão profundamente sentimental ele era, especialmente para seus familiares que tiveram um fim trágico.
Contudo, as vezes parece que a verdadeira família de Eddard, aquela que era dona de seu coração era triângulo que formava com Jon Arryn e Robert Baratheon. De fato, ao saber primeiro da morte de Arryn e depois da visita de Robert logo no começo de A Guerra dos Tronos, Ned vai da escuridão a luz: ele perdeu uma parte importante de sua família postiça, mas outra está a caminho para uma visita inesperada.
Por alguma razão que eu ainda não entendo completamente, entretanto, Ned parecia amar Lyanna acima até mesmo de Robert (apesar de ele achar que Robert tinha uma devoção por ela ainda maior do que a dele - AGOT, Eddard I). Nas memórias de Eddard, Lyanna era uma "menina-mulher de inigualável encanto" e, se foram verdade as especulações de que Lyanna o teria visitado às vezes enquanto ele esteve no Vale, poderia ser um indício de que entre ele e Lyanna havia uma intimidade ímpar na família Stark.
Durante "A Guerra dos Tronos", há vários instantes em que essa intimidade e as promessas que Lyanna requereu em seu leito de morte ecoaram. Mas um dos momentos que eu julgo mais significativo foi quando Robert, também em seu leito de morte, cita e imita Lyanna:
Saudarei Lyanna por você, Ned. Tome conta dos meus filhos por mim. [...]
– Eu… defenderei seus filhos como se fossem meus – respondeu lentamente.
(AGOT, Eddard XIII)
Esta coincidência parece indicar que Lyanna e Robert foram as figuras fraternas centrais na vida de Eddard.
NED, PARA OS ÍNTIMOS
Já foram explorados acima vários aspectos da personalidade íntima de Ned. Mas é preciso discriminar melhor. E o primeiro deles se refere à visão que, durante a infância, Ned tinha de sua família e vice-versa.
Sobre seu pai e mãe, pouco conhecemos através de Ned. E isso parece indicar que há uma distância, tanto porque não era um filho com deferência de nenhum deles, quanto porque ele desenvolveu sua psicologia longe de casa, sob a tutela de sua icônica figura paterna, Jon Arryn.
Sobre seus irmãos, Ned passou a vida à sombra de Brandon (sendo suplantado por ele até na tarefa de conseguir para si próprio uma dança com a garota por quem ele se apaixonou), mas até parecia apreciar esta posição, pois sentia-se mais confortável na posição de irmão cumpridor de seu dever.
Quanto à Lyanna, há muitos indícios de sua intimidade, o que talvez decorresse de seu temperamento analítico, em contraste com o sangue de loba dela. O modo como Eddard tentou persuadir Lyanna de que Robert seria um bom partido parece revelar que Eddard pensava ter algum influência sobre ela. Ao mesmo tempo, Eddard afirma que Robert não conhecia a garota como ele. Pode ser, inclusive, que a falta de de rancor de Eddard por Rhaegar e sua reação mais moderada quando o príncipe a coroou Rainha da Beleza e do Amor em Harrenhal decorram de um certo conhecimento sobre a natureza de Lyanna e de como ela poderia estar correspondendo àquilo.
Sobre Benjen, o relacionamento com Eddard parece mais distante. É curioso pensar que, sendo o outro único filho sobrevivente de Rickard e Lyarra, somente tenha se aproximado melhor de Ned nos anos entre o fim da Rebelião de Robert e seu ingresso para a Patrulha da Noite. É possível, inclusive, que essa falta de intimidade, aliada com o fato de Ned já ter retornado a Winterfell com dois filhos homens, tenham sido decisiva na decisão de Benjen ir para a Muralha.
O segundo aspecto da personalidade íntima de Eddard é como ele se portou durante sua idade adulta, enquanto fazia amigos, vivia amores e formava uma família.
Eddard nunca é descrito como sendo um homem atraente ou um amante encantador. Na verdade, Catelyn fala como ficou desapontada com ele ser mais baixo e melancólico e ter um rosto mais simples que o de Brandon. Mas ela afirma que com o tempo descobriu o amor no coração "bom e doce" de Ned.
É interessante notar que essa foi a mesma opinião que ela deu sobre o Norte a Lynesse Hightower:
Lembrava-se de como a Senhora Lynesse era jovem, bela e infeliz. Uma noite, após várias taças de vinho, confessara a Catelyn que o Norte não era lugar para uma Hightower de Vilavelha.
– Houve uma Tully de Correrrio que sentiu o mesmo um dia – Catelyn respondeu com gentileza, tentando consolá-la –, mas, com o tempo, encontrou aqui muitas coisas que podia amar.
(ASOS, Catelyn V)
Portanto, Ned é uma alegoria do Norte: inóspito, simples e melancólico, mas que guarda algum tipo beleza e calor. A próprioa Lyanna é descrita como uma bruta por alguns (meistre Yandel) e uma beleza selvagem por outros (Kevan Lannister). Sabemos que Ned não tinha a natureza da irmã, mas poderia ter um pouco dessa beleza selvagem? Talvez Ashara o tenha visto sob essa ótica? Talvez nunca saberemos.
O que sabemos com certeza é que Eddard era um marido dedicado, assim com Catelyn era uma esposa dedicada. Ironicamente, dois cumpridores de seu dever conseguiram fazer surgir amor em um casamento arranjado que era o substituto de outro casamento arranjado. A forma como Eddard se obrigou a respeitar até a crença religiosa da mulher é tocante (construindo um septo para ela e trazendo um septão a Winterfell).
Isto é diferente do tipo de amor que Robert tem por ele. A amizade entre os dois parece o típico caso em que um extrovertido carismático adota um introvertido sem amigos. Este tipo de relação - que é imposta por outra pessoa - parece ser o tipo com que Eddard lida bem. Ironicamente, poderíamos dizer que Ned só é amigo de seu "chefe", o que combina com sua lição a Jon de que um senhor nunca deve ser amigo dos homens que comanda (ADWD, Jon III).
Como pai, Ned era muito efetivo e marcou seus filhos profundamente. Podemos ver os resultados de sua criação naqueles que amadureceram antes de sua morte. Robb havia absorvido todo o dever, a honra e o senso de justiça do pai, se tornando um Eddard em pele de Tully. Jon seria sua imagem e semelhança, caso não fosse filho de outros e não tivesse sido acossado a vida inteira por Catelyn. Ainda assim, é incrível que toda essa adversidade não o tornou menos cópia de seu "pai". É notório que Jon é mais orgulhoso que Robb, mas isso é uma coisa sua, talvez um mecanismo de defesa, resultado de um complexo de inferioridade, ou apenas das falsas certezas da juventude.
Bran, Arya e Rickon eram jovens demais para que a influência do pai cristalizasse em sua personalidade. Portanto, eles hoje estão suscetíveis à influência de outras figuras paternas na jornada que enfrentam. Ainda assim, pequenas lições de Eddard continuam a ecoar neles mesmo anos mais tarde. Bran ainda se lembra sobre como seu pai dizia que apenas diante do medo os homens podem ser corajosos, e Arya procura uma matilha constantemente para não perecer como o lobo solitário 'quando os ventos brancos se erguerem'.
O caso oposto foi o que aconteceu com Theon Greyjoy. Nem todo o tratamento com deferência que lhe foi oferecido em Winterfell resultou em boas relações com Ned. Ainda que descontemos seu conflitos internos pessoais (assunto para outro texto), esta repulsa de Theon pode ser explicada pelo fato de que ele havia crescido e sido educado dentro de uma cultura que odeia os habitantes do continente, em especial os nortenhos. Portanto, diante da educação recebida nas Ilhas de Ferro e do tratamento solene que lhe era dirigido, não parece inverossímil que ele mais tarde alegue que era sempre lembrado de sua condição de prisioneiro e pense que Eddard era frio com ele.
Entretanto, como visto em A Dança dos Dragões, o verdadeiro ressentimento de Theon era saber que nunca seria parte da família Stark. De fato, havia semelhanças demais entre a história de Ned e Theon para que suponhamos que Ned não tivesse boa dose de tato quando eles se relacionavam. Ned também havia sido retirado de casa quando ainda era criança para ir morar com um estranho em uma terra estranha. Ainda que sua condição no Ninho da Águia fosse bastante menos opressora do que a de Theon em Winterfell, ninguém poderia dizer que Ned foi voluntariamente enviado para o Vale. Assim, As conclusões de Theon serão sempre injustas.
Mas esse não é o caso mais interessante e agudo entre as crianças criadas por Ned. O relacionamento mais desafiador e com mais consequência era aquele com sua filha Sansa. Comecemos por dizer que não havia nada afetivamente errado entre eles, mas as circunstâncias tornaram as falhas deste relacionamento em um sintoma do que havia de errado no próprio Eddard como Mão do Rei. Em síntese, os erros de Sansa também foram erros de Ned.
Durante os eventos sinistros que ocorreram em A Guerra dos Tronos, Ned repetidamente deixa suas filhas no escuro sobre o que realmente estava se passando. Em razão da diferença de naturezas, Arya e Sansa têm respostas diferentes às situações. Eddard tem mais sucesso em apaziguar Arya, cujas semelhanças com Lyanna podem ter ajudado com que ele a compreende-se melhor (veja: Eddard até permitiu que Arya tivesse treinamento em armas quando sabe-se que o próprio Lorde Rickard não o permitiu a Lyanna).
Contudo, Sansa não é uma garota que tinha 'ferro por baixo da beleza', como Lyanna. Sansa é a garota para quem 'a cortesia era a armadura de uma dama'. E é justamente aqui esta a falha de Eddard. Ned não tem traquejo social, não entende de sutilezas e acaba traído e executado justamente por isso. Portanto, não é nenhum coincidência ou ironia que Sansa esteja sob a tutela e controle do homem que conhecia o suficiente de sutilezas para, por exemplo, trair e garantir a execução de Ned e ainda sair de mãos limpas e levando a filha que Ned não soube lidar adequadamente.
Mas a bizarra relação pai-filha entre Mindinho e Sansa é assunto para outro texto.
LORDE EDDARD STARK
Eddard Stark foi Lorde de Winterfell e guardião do Norte por 15 anos e é amado o suficiente na região para que pessoas arrisquem as próprias vidas em intrigas e guerras para proteger seus filhos. Mas se era Brandon quem teve a educação senhorial adequada e Ned não é carismático ou tem traquejo social, como isso é possível? Muito facilmente, alguém responderia que isso se deve a um longo verão de 10 anos. Mas não é só isso, á traços da personalidade de Eddard que o tornam um bom senhor.
O primeiro deriva de uma afirmação de Catelyn lembranda por Arya quando viu Tywin Lannister em Harrenhal:
Lorde Lannister tinha um aspecto forte para um velho, com rígidas suíças douradas e uma cabeça calva. Havia algo no seu rosto que fazia Arya lembrar-se de seu pai, embora não se parecessem em nada. Tem uma cara de senhor, é só isso, disse a si mesma. Lembrava-se de ouvir a senhora sua mãe dizer ao pai para envergar a cara de senhor e ir tratar de algum assunto. O pai ria daquilo. Arya não conseguia imaginar Lorde Tywin rindo de qualquer coisa.
(ACOK, Arya VII)
Como se vê, Eddard tinha cara de Lorde. O suficiente para ser comparável a ninguém menos do que Tywin Lannister. Pode parecer irrelevante, mas é algo que o próprio Bran também nota, como Eddard assumia o rosto do Senhor de Winterfell logo no primeira capítulo do primeiro livro.
O segundo é que Ned não faz separação entre o público e o privado. Sua relação com seus próprios servos é muito pessoal. A ponto de achar que o Senhor devia ceiar com seus homens e conhecê-los, para que eles não morram por um estranho (AGOT, Arya II). Esta tipo de política pessoal é tipicamente nortenha. É o tipo de política que mais tarde Jon Snow indica a Stannis Baratheon a seguir: deixe que eles lhe conheçam e eles lhe seguirão.
Este tipo de política, contudo, não é o que seria útil em Porto Real. Mas também este erro não pode ser atribuído totalmente a Ned. O primeiro erro foi de Robert, que selecionou Ned com base na confiança, não em suas competências. Caso Robert, tivesse olhado para sua própria família (como Stannis esperava, por isso que ele partiu para Pedra do Dragão depois que Robert o pulou), talvez o conflito contra os Lannister teria sido muito mais restrito e menos danoso ao reino.
Havia sinais que Robert deixou de ler quando selecionou Eddard para o cargo de Mão. O primeiro era que Eddard era essencialmente um soldado. Jaime Lannister, quando avalia Randyll Tarly como candidato a Mão de Tommen, ele avalia que um soldado é uma "fraca Mão para tempos de paz" (AFFC, Cersei II). E isto é especialmente verdade quando notamos que Eddard é um agente político sem agenda ou ambição. Na ausência de um conflito real, ele é apenas alguém segurando a cadeira para outra pessoa (e que não via a hora de ir embora).
Talvez tenha sido o fato de que Ned continuou no Norte a se portar como um segundo irmão obediente e não causar problemas a Porto Real que tenha feito Robert pensar que Lorde Stark daria uma boa mão. Mas a postura isolacionista de Eddard deveria ter funcionado como um sinal de que o homem não saberia lidar com costumes da política sulista.
Porém, no final, Robert preferiu algo que lhe trouxesse conforto e familiaridade. E a falta de traquejo de Ned cobrou seu preço. Desde o primeiro encontro com o conselho, Eddard demonstrou que não tinha talento para fazer aliados, não estava acostumado a não ter a palavra final e tinha uma retórica rudimentar. Todas estas qualidades reunidas fazem de uma pessoa um imã de inimizades.
Fora isso, Ned não se cercou de pessoas que poderia confiar, tampouco agiu para a destituição de pessoas de quem ele desconfiava do conselho do rei (o que seria de alguma fácil de conseguir, já que metade do conselho era de baixo nascimento).
Por fim, quando seus erros de cálculo se acumularam e circunstância fora de seu controle se mostraram desfavoráveis, Eddard julgou que poderia usar seu cargo e uma força mercenária (patrulheiros da cidade subornados) para resolver tudo e cometeu mais um erro de subestimar Cersei, dando-lhe uma chance de fugir, no que ele classificou como "a loucura da misericórida".
No final, os Lannisters usaram sua própria honra contra ele, fazendo com que ele confessasse ter fabricado a verdade pela qual seus homens morreram em seu golpe de estado fracassado.
EDDARD, O MORTO
Primeiro, temos que afirmar o óbvio: Ned não está vivendo uma segunda vida em algum pombo em Porto Real, como afirma a infame e bizarra teoria. Nós estivemos na cabeça de Eddard e ele nunca teve sonhos de warg ou qualquer experiência de troca-peles.
Mas, fora de questões lúdicas, por que Martin matou Ned?
Algumas pessoas pensam que, ao matá-lo, GRRM estava dando o tom dos livros. Pessoas sem capacidade de se adaptar não estariam aptos a serem parte do jogo dos tronos e seriam alvo fácil para jogadores mais talentosos e experientes.
Outros afirmam que foi justamente para mostrar que assim eram as políticas medievais, e que Martin está apenas sendo realista e fiel ao tom da história de nosso mundo. Porém, Martin já afirmou enfaticamente não ter ou defender uma visão niilista do mundo.
Eu gostaria de propor uma terceira via: que Ned foi morto por circunstâncias fora de seu controle. Afinal, no fim, sua morte não era prevista nem por seus inimigos. Foi apenas um capricho de Joffrey, assim como a tentativa de assassinato de Bran.
Qualquer que tenha sido a razão para Ned morrer pela própria espada que ele executa Gared no início dos livros, a morte de Eddard aparentemente já era prenunciada (foreshadowed) desde o começo do livro, com a descoberta a loba gigante morta e seus filhotes desamparados perdidos no mundo.
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2019.07.09 12:18 lipherus Íbis — Capítulo I

Bom dia, é a primeira vez que escrevo em primeira pessoa e gostaria de opiniões. =)
“A voz dos deuses e escolhida de Thot. No começo, era apenas uma Oráculo. Depois, uma bruxa queimada na fogueira do deus pagão. Espírito vagante sem salvação. E agora, protegida pelo crepúsculo Retorna aos braços d’Aquele que sempre a amou. Sob as asas d’Ele, ela se abrigou. E descansou.”
O pequeno e singelo poema cortou o silêncio do salão. Eu estava trêmula e ofegante, pois estava atrapalhando a palestra do meu professor e a grande oportunidade de sua carreira. Os estudiosos olhavam para Heru e depois para mim, à espera de alguma cena dramática que não aconteceu. Ele apenas desceu do palanque e me alcançou, sorrindo e igualmente trêmulo ao tomar o papel de minhas mãos. Murmurou agradecimentos e disse estar surpreso com a tradução, porque aquelas palavras deixavam explícitas que os antigos egípcios eram capazes de prever o futuro. Prometeu uma conversa sobre o papiro depois e pediu que eu me retirasse, mas não sem antes me agradecer de novo. Ao fechar a porta, explodo em lágrimas emocionadas e cansadas. Traduzir o poema foi um trabalho árduo de quase quatro anos, para no final descobrir que Thot havia se apaixonado por uma mortal e enterrou seu corpo em uma tumba sem glamour. Ele queria que sua amada permanecesse anônima, mas que ainda soubessem a quem pertencia. Ela não tinha um nome e sequer corpo, todavia sua existência estava cravada nas paredes de pedra do sarcófago. Levanto-me orgulhosa e volto para o laboratório, à procura de mais pistas sobre os amantes. Havia algo que ainda não tinha visto nas marcas e, mexendo em alguns pertences, um pingente em forma de meia lua cai no chão. Não sou perita em metais preciosos, mas sei que seguro algumas boas gramas de ouro puro. Procuro por escritos no verso da peça, e nada encontro, salvo os hieróglifos que remetiam a Osíris e Thot. Um presente para o deus do submundo? Depois de catalogar o colar, volto minha atenção aos textos até sentir dor de cabeça e sentar na cadeira. — Nailah, o professor Heru te chama no salão de convenção. Engulo em seco e vou até ele, esperando uma bronca por ter interrompido a palestra. Porém, ao entrar, fui recebida por salvas de palmas fervorosas. Ele me abraça e pede que explique aos demais sobre a descoberta, já que o mérito da tradução é todo meu. Sinto um misto de vergonha e emoção, porque Heru não tomou os créditos para si e deixou que eu, uma mera assistente, falasse aos melhores profissionais do mundo por horas a fio. Ele ficou ao meu lado para explicar alguns termos que não conheço, simplificar perguntas e traduzir algum outro idioma que não entendo. Ao terminar, pude respirar. Estou tão cansada que é difícil manter os olhos abertos e pensar, mas eu ainda preciso falar com ele. Despeço dos outros por alguns minutos e Heru me abraça de novo, sugerindo um jantar antes de irmos para casa e dormir. Aceito e nós fechamos o laboratório depois de pegar algumas coisas. "Sob as asas d’Ele, ela se abrigou.” É engraçado como essa frase ecoa na minha cabeça quando estou andando lado a lado com Heru. Eu o conheço há quase dez anos e nunca deixei de me sentir protegida e iluminada por sua presença. Ele é alto e imponente, com a pele tão preta que é quase avermelhada, e olhos espertos e pretos. Mas, basicamente, Heru Monterrey é um cachorro grande e bonachão que ladra e não morde. É muito fácil deixá-lo magoado e à beira de lágrimas, se quer saber. E eu amo ver esse lado sensível e frágil do meu professor, pois o torna humano e acessível. Ninguém imagina que um pesquisador de renome como ele é coração mole. — Eu encontrei isso. — entrego o colar em suas mãos. — Estava perdido no meio dos papéis. Parece que é uma oferenda a Osíris e Thot. — Ou uma oferenda de Thot para Osíris? Coço a cabeça e suspiro. — Não tinha pensado nisso. — confesso. — Nailah, você está esgotada e eu acho que deva tirar umas férias. — ele toca no meu rosto. — Eu estou pensando em dar um tempo também, podemos viajar juntos. — Quem convida é quem paga, viu? — empurro ele com meu ombro e sorrio. — Seria uma bênção poder dormir até tarde. — Pode ficar com a lua. Pego o colar e olho pra ele, chocada. Sabe-se lá de quando é a oferenda e Heru estava entregando casualmente pra mim, como um pingente comprado numa loja qualquer. Abro a boca inúmeras vezes, mas nenhuma palavra decente sai dela e só me limito a levantar as tranças pra facilitar o trabalho dele. Heru me julga por um tempo, ajeita e mexe no colar até deixá-lo bem em cima do meu coração e ficar satisfeito. — Tem certeza? — murmuro. — Isso é da sacerdotisa e não quero que Thot venha me assombrar. — Se Ele deu pra amada d’Ele, acho que não ficará bravo se eu der pra minha, não acha? Abaixo os olhos, subitamente tímida. Nós sempre brincamos com nossos colegas, que consideravam-nos namorados, mas ele nunca falou tão sério quanto aquele momento. Mordo meus lábios e seguro sua mão, sem dar resposta, mas deixando claro que se aquele é o sentimento dele, então é recíproco. Às vezes palavras não ditas fazem mais efeito do que aquelas expressadas aos quatro ventos. — Comida japonesa? — Heru pergunta para quebrar o gelo. — Depois umas doses de anti-histamínico pra não morrer de alergia? — Combinado. Saber que ele é apaixonado por mim tanto quanto sou por ele fez um bem danado pra minha auto-estima. Se antes e em algum momento da minha vida achei que não era bonita ou capaz, estava completamente enganada. Ouvir dos lábios dele que minha inteligência e devoção foram fatores cruciais para que ele se interessasse, tornou-me tão inchada quanto um balão. Depois, Heru começou a enumerar minhas qualidades físicas e só parou quando eu estava com a cara quente e prestes a surtar. Eu sou brasileira e me orgulho disso. Meu país tem os problemas dele, assim como os Estados Unidos também têm, mas nunca pensei que estudar na Unesp ia me levar até onde estou. Lembrei das noites acordada estudando infindáveis textos, das vezes que quis desistir e da minha felicidade por ter sido aprovada na faculdade que ele dá aula. E passei a amar meu corpo em forma de pera, os cabelos trançados e coloridos e, acima de tudo, a cor da minha pele. Antes tinha um grande tabu comigo mesma, por ser preta e ter uma posição de destaque, mas conforme fui aprendendo na faculdade e com a vida, percebi que estar ali é um mérito do meu esforço triplicado. No final da noite, eu e Heru transamos e dormimos juntos. Foi o momento em que eu o vi mais vulnerável, conheci cada cicatriz de seu corpo, os problemas que tinha, as marcas... Tudo. Ele se entregou completamente e assim também fiz, mostrando-lhe as feridas que tenho da época em que me afundei em depressão e cortei meus braços e pernas. — Bom dia. — ouço seu preguiçoso resmungo enquanto ele aperta minha barriga. — Agora posso morrer em paz. — Quer parar com isso? — começo a rir e abro meus olhos. — Bom dia. — Eu sempre quis apertar sua, como é que você chama? Pança. — seu português falho é particularmente adorável. — Eu amo essas dobras, sabia? — Heru! Para, sua mão tá gelada! — Tá bom, tá bom. Permissão pro abraço? — Concedida, senhor Monterrey. Enquanto ele toma banho, vou preparando o café da manhã. É inconsciente, mas eu checo minha barriga e conto as dobrinhas, três no total, pensando em como Heru pode achar aquilo interessante. Ouço seus passos ecoando pelo corredor e me viro para olhá-lo, namorando a cena do homem enrolado na toalha e molhado ainda. Ele se aproxima e ajeita a lua, jogando as tranças sobre meus peitos para tapá-los e evitar que eu pegue mais friagem. Seguro sua mão em meu rosto e fecho os olhos, sorrindo como a trouxa que sou. — Vai querer viajar? — Onde pretende ir? — roubo um selinho dele antes de servir a mesa. — Não vai entregar o artigo científico sobre a tradução? — Não está escrito em lugar algum que sou obrigado a trabalhar durante minhas férias. — ele dispara. — Pensei em alguma praia, sei lá. — Negão desaforado. — acerto a colher de pau na cabeça dele. — Praia é muito clichê e eu não sou muito fã do frio. — Patroa difícil de agradar, viu? Sento ao seu lado e começo a rir. Ele está tão à vontade que até parecemos casados há eras, e eu só sinto que vou desmanchar de felicidade. Nós conversamos um pouco mais sobre a tradução e Heru corrige o inglês, reclamando do quanto sou ruim para escrever. Tal afirmação me ofendeu um pouco, já que escrevo fanfics durante minhas folgas e nem formado nisso ele é. Começo a julgá-lo em silêncio e ele percebeu que tinha me magoado, em seguida pediu desculpas atrapalhadas e disse que ama minha escrita. — Como você imagina Thot de personalidade, Nailah? — Meio parecido com você, mas muito mais apaixonado pelo trabalho. Ele foi um carinha muito ocupado, até ajudar Osíris no submundo ajudou. — acendo meu baseado e deito no sofá enquanto Heru escreve no computador. — Curou o olho de Hórus quando Seth arrancou, depois ensinou magia para Ísis poder reviver o marido, luta contra Apófis quando Amon-Rá traz o sol... Tudo isso e ele ainda fez o calendário e desenvolveu os hieróglifos. — Você tem uma admiração enorme pelos deuses, hum? — A mitologia egípcia é linda, se me permite dizer. Tudo é tão conectado e diferente ao mesmo tempo... A gente não sabe nem um terço do que eles acreditavam e criavam. — E a sacerdotisa? — Não tenho uma imagem dela. — ofereço o cigarro pra ele. — Mas deve ser alguém de personalidade parecida com a de Thot, porque ela pegou o cara pelo colarinho mesmo. Uma pena que não seu nome em lugar nenhum, ia ser muito interessante conhecê-la melhor para entender como funciona esse lance de deuses e amores mortais. — Você viu isso? Sento no colo dele para ler o artigo de um colega nosso, o qual afirmava que Sekhmet e Anúbis tinha um relacionamento secreto. Para mim e meu conhecimento, a afirmação é errada pois eles eram deuses sem sintonia alguma. Ela é a deusa da guerra, tão furiosa que Rá precisou enganá-la com vinho para acalmar seu frenesi sangrento. Já ele parece ser mais pacato e melancólico, servindo fielmente ao propósito do julgamento da pena e à proteção da mumificação. Parecia impossível imaginá-los juntos. Ao terminar de ler, porém, comecei a ter minhas dúvidas sobre o que conhecia até então. — Será que existe algum documento que prova essa teoria? — Antes de Osíris ser quem é, Anúbis tinha o mesmo papel que ele. — Heru contestou ao soprar a fumaça na minha nuca. — Se Sekhmet matou os homens através de sua ira, é bem provável que tenha o encontrado durante a caminhada. — Mas tem uma teoria que diz que Sekhmet é uma face de Hathor e Bastet... Será? — Em Mênfis, ela foi esposa de Ptah e mãe de Nefertun até Mut e sua Tríade tomar lugar e ela passar a considerada como a própria Mut. Nossas informações são bem escassas e temos várias ideias do que pode ou não ser. Cada região tinha seu próprio mito, quem sabe o Richard esteja certo e apenas olhando para outro lugar que não vemos? Deixamos a discussão pra lá quando pegamos fogo levados pela maconha. Quando paro pra pensar nisso, me sinto um pouco culpada por levá-lo ao mau caminho, apesar dele ser bem mais velho que eu. Mas a erva funciona como uma válvula de escape para nós e não é algo que fazemos sempre, resumindo nossas brisas às escavações e trabalho. Pela primeira vez desde que fazemos isso, é que nos preocupamos em elevar a coisa para um nível mais pessoal e físico. Eu namoro o rosto distraído dele e lembro de tratar os arranhões que deixei em suas costas, ouvindo-o dizer coisas em árabe que não fazia nem questão de traduzir. Heru levanta-se num supetão e vira o meu colar, anotando os hieróglifos em um papel improvisado e resmunga ao voltar a deitar. Já sei que tenta entender a oferenda e pronuncia as palavras em sequências variadas, até fazer sentido. Toco em seu lábio para fazê-lo se calar e me aninho em seu abraço. Só hoje, querido, não falemos em trabalho. Roço meu nariz por seu rosto quadrado e reclamo da barba áspera, mas sinto-me protegida por seus braços e mãos sempre geladas. Heru beija a minha testa e desenha com os dedos na minha bunda, me fazendo rir. Ele se lembra de me agradecer pela tradução de novo e mais outras vezes, reforçando o quão honrado se sentiu por me ter como sua assistente, amiga e agora parceira. Confessa que estava a um passo de desistir do texto e eu, novamente, rogo-lhe que não falemos de trabalho. Mas meu amado professor não está contente e me implora para que façamos um artigo sobre Thot e sua amante ao voltarmos de férias.
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2019.06.20 03:25 euamocachorros79 É Brasil

Acorda e lá fora está escuro. Os galos da vizinhança ainda não cantaram, o som mais próximo perceptível, baixo ainda, é a confusão amalgamada das estações de música sertaneja e notícias daqueles que acordaram mais cedo. Desliga o alarme do despertador mas o de dentro da cabeça ainda ecoa, a mulher nega o beijo, novamente, e negará até ele tratar de desfazer o mau hálito matinal. Passa o café no coador de pano enquanto esfrega os olhos, catando remelas. Mais uma vez não tem pão. As crianças provavelmente estavam com mais fome ontem à noite. O café preto aliado ao pensar nas crianças o deixa mais alerta. A maior já está precisando de roupa nova, quase não cabe no vestido de chita que a mulher costurou no curso do sindicato. Sorri ao pensar nos dois meninos, ainda moleques e arteiros mas que agora dormem à espera de um novo dia na escola. Lembra que ainda não escovou os dentes e precisa correr para não se atrasar após a higiene.
A gente quer valer o nosso amor.
Ônibus, duas conduções. Baldeação. A camiseta pinica. Hoje está quente. A marmita com arroz, feijão e farofa, sacoleja na mochila. A indicação do primo é certeira. A construção está nas fundações, trabalho pra mais de ano, talvez dois, com sorte, três. Não pode deixar passar a oportunidade. Foi o presidente quem falou, com sotaque carregado igual ao seu. Homem correto, quer matar os corruptos. Talvez assim as coisas melhorem no país. Se pudesse, mataria também, mas pra isso já tem a polícia e os bandidos. Melhor sujar as mãos com argamassa do que com sangue.
- João da Silva, sim senhor. Eu vim por causa da vaga de servente. Preciso do trabalho, sim senhor. Não tenho documento não, sempre trabalhei por conta, sabe? E paga quanto? É justo, sim senhor.
Antecipa a felicidade da mulher e das crianças ao saber que o pagamento será semanal. Começa amanhã. Na volta para casa, carrega uniforme, botina e EPI que ganhou. O capataz falou que ali todo mundo usa, quem for pego sem, nem precisa voltar no dia seguinte. E sem direito a nada. João sabe que todo capataz fala isso, mas ninguém fiscaliza, ainda mais em obra grande, onde o que importa é fazer o serviço direito e não aparecer bêbado.
-Sim senhor.
A gente quer valer nosso suor.
As crianças chegam juntas em casa, depois da aula, um pouco antes do dia começar a trilhar o caminho entre as cores vivas e o preto. Pede para a filha mais velha ajudar com o banho e o lanche dos menores. Ao chegarem na cozinha, percebem que hoje tem banana, pão, margarina, queijo e até mortadela. A filha sorri orgulhosa para o pai herói. Os meninos comem até arrotar. Todos riem da balbúrdia.
A mãe chega exausta, dia puxado nas faxinas, de manhã num apartamento, à tarde numa casa. A dona do apartamento não pagou, diz que semana que vem acerta. Pelo menos, permitiu que ela almoçasse o que sobrara da refeição. O dono da casa não comprou os panos e material de limpeza corretos. Homem nunca faz as coisas direito. Ela só quer descansar ao chegar em casa, mas ainda tem que lidar com a algazarra que vem da cozinha. O coração quase explode ao saber que o marido conseguiu o trabalho. Beija-o sem se importar com a halitose.
A gente quer valer o nosso humor.
No dia seguinte, Janete só espera a saída de João para reabrir a conta no mercado da esquina. Abastece a despensa com óleo, vinagre, sardinha em lata, macarrão, biscoitos, feijão, arroz, sal e açúcar. Guarda tudo e torce para que o marido, dessa vez, seja honrado, homem com agá maiúsculo, que cuide dela e da prole. Pela manhã, coloca-se a arrumar e limpar a casa, no intuito de esperar o marido com carne na panela para o jantar. À tarde, trabalha com o coração cheio de esperanças. Quem sabe não poderiam comprar uma máquina de lavar roupas, uma televisão para assistir à novela e entreter os meninos, quiçá uma casa, para livrarem-se do aluguel. Janete mostra os dentes alvos ao esfregar a louça dos banheiros e ao passar o pano no chão de porcelanato. Seu humor não poderia ser perturbado nem mesmo pelos tarados que insistem em se aproximar por trás, no trem, na ânsia de sentir suas nádegas. Os cotovelos duros e pontiagudos a protegem.
A gente quer do bom e do melhor.
João nunca soube ler. Aprendeu a fazer contas depois que lhe ensinaram o poder do dinheiro. Ouviu na rua, de um amigo, que com dinheiro se comprava mulher, carro, casa, comida. Intrigado pelo cheiro doce que emanava das meninas e pelas promessas de barriga cheia, procurou arranjar grana o quanto antes. Tentou roubar, mas sentiu culpa. Tentou o comércio mas não sabia vender, nem se expressar de um jeito bonito ou interessante. Até que viu um pedreiro erguendo uma parede. Uma pena ninguém ter ensinado a fazer dinheiro de outro jeito que não através do trabalho. Mas as coisas são o que são.
Trabalhava tanto quanto o corpo deixava. O esforço o transformou num jovem adulto vigoroso e começou a atrair olhares longos das meninas da vizinhança. Não demorou muito para se apaixonar por Janete. O sexo era bom e praticamente o único bálsamo numa vida destinada à dor e ao trabalho. Isso aliado à ignorância acerca de métodos contraceptivos, ele sempre tentava tirar antes de gozar, resultara em três crianças, muito amadas, mas que também precisavam ser cuidadas.
A gente quer carinho e atenção.
As primeiras semanas são de muita labuta e também de grandes mudanças na família Silva. João traz o pagamento inteiro e, sem retirar uma nota, entrega-o à esposa. Mariele, a filha mais velha, exibe um traje novo, de sair aos domingos, que consiste em uma calça justa e uma blusa leve de algodão. Ronaldo e Washington ganham uma bola de futebol de couro, raridade entre a turma do bairro. Aos sábados, João bebe cerveja por somente duas horas, enquanto ouve no rádio seu time disputar a segunda divisão nacional. Janete brilha por dentro ao mostrar para as vizinhas e amigas o fogareiro novo, adquirido em dez prestações, onde prepara o cardápio de casa e as marmitas de João.
Pela primeira vez em meses, não precisam do seguro-desemprego de Janete para fechar as contas. O casal sai para dançar aos domingos, na gafieira, e até as crianças, melhor nutridas, aprendem mais e aumentam as notas. A casa onde moram ganha contornos de lar.
A gente quer calor no coração.
Se antes, quando mal podia segurar as calças para que os fundilhos não ficassem expostos, João era alvo da lascívia das vizinhas, agora então é que recebe piadinhas e indiretas sobre comer fora de casa. Mas Janete é sábia nas lidas do prazer e o trata como um rei, com tanto carinho e cuidado na hora de amar, que ele nem imagina estar entre os lençóis com outra mulher. Não, Janete conhece seus pontos de pressão, onde deve tocar e com qual parte do corpo, para que João retorça os dedos dos pés. Quando satisfeito, se entrega a chupar com gosto os seios de Janete, enquanto passeia com os dedos pelo corpo teso da esposa. Dedicado que é, só para quando a mulher não consegue abafar os gritos de delírio.
A gente quer suar mas de prazer.
Faltando pouco menos de um ano para as eleições gerais, estoura um escândalo de superfaturamento de obras, envolvendo empreiteiras e o governo federal. João ouve apreensivo as notícias mencionarem o nome da empresa para qual presta serviços. Na manhã seguinte, refaz o trajeto que nos últimos três anos garantiu o sustento à família. Ao caminhar as poucas quadras que separam a parada do ônibus e o local de trabalho, sente uma agonia inexplicável no peito. A agonia deixa de incomodá-lo para ceder lugar à tristeza ao ver os portões da obra trancados. Um cartaz afixado à lateral da entrada explica, em letras miúdas, a intervenção da Polícia Federal, Ministério Público Federal e Tribunal de Contas da União. Mas João não sabe ler.
A gente quer viver uma nação
A gente quer é ser um cidadão
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2019.06.19 20:22 euamocachorros79 [DQ] É Brasil

Acorda e lá fora está escuro. Os galos da vizinhança ainda não cantaram, o som mais próximo perceptível, baixo ainda, é a confusão amalgamada das estações de música sertaneja e notícias daqueles que acordaram mais cedo. Desliga o alarme do despertador mas o de dentro da cabeça ainda ecoa, a mulher nega o beijo, novamente, e negará até ele tratar de desfazer o mau hálito matinal. Passa o café no coador de pano enquanto esfrega os olhos, catando remelas. Mais uma vez não tem pão. As crianças provavelmente estavam com mais fome ontem à noite. O café preto aliado ao pensar nas crianças o deixa mais alerta. A maior já está precisando de roupa nova, quase não cabe no vestido de chita que a mulher costurou no curso do sindicato. Sorri ao pensar nos dois meninos, ainda moleques e arteiros mas que agora dormem à espera de um novo dia na escola. Lembra que ainda não escovou os dentes e precisa correr para não se atrasar após a higiene.
A gente quer valer o nosso amor.
Ônibus, duas conduções. Baldeação. A camiseta pinica. Hoje está quente. A marmita com arroz, feijão e farofa, sacoleja na mochila. A indicação do primo é certeira. A construção está nas fundações, trabalho pra mais de ano, talvez dois, com sorte, três. Não pode deixar passar a oportunidade. Foi o presidente quem falou, com sotaque carregado igual ao seu. Homem correto, quer matar os corruptos. Talvez assim as coisas melhorem no país. Se pudesse, mataria também, mas pra isso já tem a polícia e os bandidos. Melhor sujar as mãos com argamassa do que com sangue.
- João da Silva, sim senhor. Eu vim por causa da vaga de servente. Preciso do trabalho, sim senhor. Não tenho documento não, sempre trabalhei por conta, sabe? E paga quanto? É justo, sim senhor.
Antecipa a felicidade da mulher e das crianças ao saber que o pagamento será semanal. Começa amanhã. Na volta para casa, carrega uniforme, botina e EPI que ganhou. O capataz falou que ali todo mundo usa, quem for pego sem, nem precisa voltar no dia seguinte. E sem direito a nada. João sabe que todo capataz fala isso, mas ninguém fiscaliza, ainda mais em obra grande, onde o que importa é fazer o serviço direito e não aparecer bêbado.
-Sim senhor.
A gente quer valer nosso suor.
As crianças chegam juntas em casa, depois da aula, um pouco antes do dia começar a trilhar o caminho entre as cores vivas e o preto. Pede para a filha mais velha ajudar com o banho e o lanche dos menores. Ao chegarem na cozinha, percebem que hoje tem banana, pão, margarina, queijo e até mortadela. A filha sorri orgulhosa para o pai herói. Os meninos comem até arrotar. Todos riem da balbúrdia.
A mãe chega exausta, dia puxado nas faxinas, de manhã num apartamento, à tarde numa casa. A dona do apartamento não pagou, diz que semana que vem acerta. Pelo menos, permitiu que ela almoçasse o que sobrara da refeição. O dono da casa não comprou os panos e material de limpeza corretos. Homem nunca faz as coisas direito. Ela só quer descansar ao chegar em casa, mas ainda tem que lidar com a algazarra que vem da cozinha. O coração quase explode ao saber que o marido conseguiu o trabalho. Beija-o sem se importar com a halitose.
A gente quer valer o nosso humor.
No dia seguinte, Janete só espera a saída de João para reabrir a conta no mercado da esquina. Abastece a despensa com óleo, vinagre, sardinha em lata, macarrão, biscoitos, feijão, arroz, sal e açúcar. Guarda tudo e torce para que o marido, dessa vez, seja honrado, homem com agá maiúsculo, que cuide dela e da prole. Pela manhã, coloca-se a arrumar e limpar a casa, no intuito de esperar o marido com carne na panela para o jantar. À tarde, trabalha com o coração cheio de esperanças. Quem sabe não poderiam comprar uma máquina de lavar roupas, uma televisão para assistir à novela e entreter os meninos, quiçá uma casa, para livrarem-se do aluguel. Janete mostra os dentes alvos ao esfregar a louça dos banheiros e ao passar o pano no chão de porcelanato. Seu humor não poderia ser perturbado nem mesmo pelos tarados que insistem em se aproximar por trás, no trem, na ânsia de sentir suas nádegas. Os cotovelos duros e pontiagudos a protegem.
A gente quer do bom e do melhor.
João nunca soube ler. Aprendeu a fazer contas depois que lhe ensinaram o poder do dinheiro. Ouviu na rua, de um amigo, que com dinheiro se comprava mulher, carro, casa, comida. Intrigado pelo cheiro doce que emanava das meninas e pelas promessas de barriga cheia, procurou arranjar grana o quanto antes. Tentou roubar, mas sentiu culpa. Tentou o comércio mas não sabia vender, nem se expressar de um jeito bonito ou interessante. Até que viu um pedreiro erguendo uma parede. Uma pena ninguém ter ensinado a fazer dinheiro de outro jeito que não através do trabalho. Mas as coisas são o que são.
Trabalhava tanto quanto o corpo deixava. O esforço o transformou num jovem adulto vigoroso e começou a atrair olhares longos das meninas da vizinhança. Não demorou muito para se apaixonar por Janete. O sexo era bom e praticamente o único bálsamo numa vida destinada à dor e ao trabalho. Isso aliado à ignorância acerca de métodos contraceptivos, ele sempre tentava tirar antes de gozar, resultara em três crianças, muito amadas, mas que também precisavam ser cuidadas.
A gente quer carinho e atenção.
As primeiras semanas são de muita labuta e também de grandes mudanças na família Silva. João traz o pagamento inteiro e, sem retirar uma nota, entrega-o à esposa. Mariele, a filha mais velha, exibe um traje novo, de sair aos domingos, que consiste em uma calça justa e uma blusa leve de algodão. Ronaldo e Washington ganham uma bola de futebol de couro, raridade entre a turma do bairro. Aos sábados, João bebe cerveja por somente duas horas, enquanto ouve no rádio seu time disputar a segunda divisão nacional. Janete brilha por dentro ao mostrar para as vizinhas e amigas o fogareiro novo, adquirido em dez prestações, onde prepara o cardápio de casa e as marmitas de João.
Pela primeira vez em meses, não precisam do seguro-desemprego de Janete para fechar as contas. O casal sai para dançar aos domingos, na gafieira, e até as crianças, melhor nutridas, aprendem mais e aumentam as notas. A casa onde moram ganha contornos de lar.
A gente quer calor no coração.
Se antes, quando mal podia segurar as calças para que os fundilhos não ficassem expostos, João era alvo da lascívia das vizinhas, agora então é que recebe piadinhas e indiretas sobre comer fora de casa. Mas Janete é sábia nas lidas do prazer e o trata como um rei, com tanto carinho e cuidado na hora de amar, que ele nem imagina estar entre os lençóis com outra mulher. Não, Janete conhece seus pontos de pressão, onde deve tocar e com qual parte do corpo, para que João retorça os dedos dos pés. Quando satisfeito, se entrega a chupar com gosto os seios de Janete, enquanto passeia com os dedos pelo corpo teso da esposa. Dedicado que é, só para quando a mulher não consegue abafar os gritos de delírio.
A gente quer suar mas de prazer.
Faltando pouco menos de um ano para as eleições gerais, estoura um escândalo de superfaturamento de obras, envolvendo empreiteiras e o governo federal. João ouve apreensivo as notícias mencionarem o nome da empresa para qual presta serviços. Na manhã seguinte, refaz o trajeto que nos últimos três anos garantiu o sustento à família. Ao caminhar as poucas quadras que separam a parada do ônibus e o local de trabalho, sente uma agonia inexplicável no peito. A agonia deixa de incomodá-lo para ceder lugar à tristeza ao ver os portões da obra trancados. Um cartaz afixado à lateral da entrada explica, em letras miúdas, a intervenção da Polícia Federal, Ministério Público Federal e Tribunal de Contas da União. Mas João não sabe ler.
A gente quer viver uma nação
A gente quer é ser um cidadão
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